Por Aratu On
Mulher que fingiu ter 12 anos é condenada.| Foto: Redes SociaisA pena aplicada pela Justiça é de 1 ano, 6 meses e 10 dias
de reclusão, além de 4 meses e 18 dias de detenção. Como o regime inicial
determinado foi o semiaberto, a execução da pena seguirá as regras
estabelecidas pela Justiça. Segundo a decisão, Amanda criou uma identidade
fictícia e passou a se apresentar como uma adolescente de 12 anos. Para
conquistar a confiança da família, teria relatado situações de vulnerabilidade,
incluindo supostos abusos, problemas de saúde e abandono familiar. Durante
aproximadamente 14 meses, ela recebeu moradia, alimentação, medicamentos e
outros cuidados como se fosse filha da família.
Mulher que fingiu ter 12 anos pode permanecer presa.| Foto: PC
A pena aplicada pela Justiça é de 1 ano, 6 meses e 10 dias
de reclusão, além de 4 meses e 18 dias de detenção. Como o regime inicial
determinado foi o semiaberto, a execução da pena seguirá as regras
estabelecidas pela Justiça. Segundo a decisão, Amanda criou uma identidade
fictícia e passou a se apresentar como uma adolescente de 12 anos. Para
conquistar a confiança da família, teria relatado situações de vulnerabilidade,
incluindo supostos abusos, problemas de saúde e abandono familiar. Durante
aproximadamente 14 meses, ela recebeu moradia, alimentação, medicamentos e
outros cuidados como se fosse filha da família.
MULHER QUE FINGIA TER 12 ANOS É INDICIADA É APLICAR GOLPES
EM GRUPO DE ORAÇÃO
A Polícia Civil do Paraná indicou Amanda Oliveira, de 38
anos, por aplicar golpes em um grupo de oração virtual. A suspeita também
chegou a se passar por adolescente de 12 anos com leucemia em estágio terminal
para conseguir obter dinheiro dos fiéis. De acordo com as investigações, cerca
de 12 vítimas foram identificadas e reconheceram a investigada após repercussão
do caso. Ela foi acusada nesta última sexta-feira (10), pelo crime de
estelionato.
No estado do Paraná, a suspeita participava de grupos
religiosos pela internet, fingia viver uma rotina de uma adolescente com câncer
e pedia transferências via Pix para um falsos exames e tratamentos médicos. De
acordo com as investigações da Polícia Civil, os golpes aconteceram em 2021 e
continuaram por cerca de dez meses. Durante esse tempo, Amanda criou diferentes
histórias para sensibilizar as vítimas e conseguir dinheiro, entre elas estão
mortes de familiares, violência e agravamento do seu estado de saúde. Fonte:
AratuOn.