quinta-feira, 20 de agosto de 2026

MULHER QUE FINGIA TER 12 ANOS PODE PERMANECER PRESA

 Por Aratu On

Mulher que fingiu ter 12 anos é condenada.| Foto: Redes Sociais

A pena aplicada pela Justiça é de 1 ano, 6 meses e 10 dias de reclusão, além de 4 meses e 18 dias de detenção. Como o regime inicial determinado foi o semiaberto, a execução da pena seguirá as regras estabelecidas pela Justiça. Segundo a decisão, Amanda criou uma identidade fictícia e passou a se apresentar como uma adolescente de 12 anos. Para conquistar a confiança da família, teria relatado situações de vulnerabilidade, incluindo supostos abusos, problemas de saúde e abandono familiar. Durante aproximadamente 14 meses, ela recebeu moradia, alimentação, medicamentos e outros cuidados como se fosse filha da família.

Mulher que fingiu ter 12 anos pode permanecer presa.| Foto: PC

A pena aplicada pela Justiça é de 1 ano, 6 meses e 10 dias de reclusão, além de 4 meses e 18 dias de detenção. Como o regime inicial determinado foi o semiaberto, a execução da pena seguirá as regras estabelecidas pela Justiça. Segundo a decisão, Amanda criou uma identidade fictícia e passou a se apresentar como uma adolescente de 12 anos. Para conquistar a confiança da família, teria relatado situações de vulnerabilidade, incluindo supostos abusos, problemas de saúde e abandono familiar. Durante aproximadamente 14 meses, ela recebeu moradia, alimentação, medicamentos e outros cuidados como se fosse filha da família.

MULHER QUE FINGIA TER 12 ANOS É INDICIADA É APLICAR GOLPES EM GRUPO DE ORAÇÃO

A Polícia Civil do Paraná indicou Amanda Oliveira, de 38 anos, por aplicar golpes em um grupo de oração virtual. A suspeita também chegou a se passar por adolescente de 12 anos com leucemia em estágio terminal para conseguir obter dinheiro dos fiéis. De acordo com as investigações, cerca de 12 vítimas foram identificadas e reconheceram a investigada após repercussão do caso. Ela foi acusada nesta última sexta-feira (10), pelo crime de estelionato.

No estado do Paraná, a suspeita participava de grupos religiosos pela internet, fingia viver uma rotina de uma adolescente com câncer e pedia transferências via Pix para um falsos exames e tratamentos médicos. De acordo com as investigações da Polícia Civil, os golpes aconteceram em 2021 e continuaram por cerca de dez meses. Durante esse tempo, Amanda criou diferentes histórias para sensibilizar as vítimas e conseguir dinheiro, entre elas estão mortes de familiares, violência e agravamento do seu estado de saúde. Fonte: AratuOn.