segunda-feira, 25 de maio de 2026

FRENAUBA REALIZA PRIMEIRO ENCONTRO DOS POVOS DE TERREIRO E COMEMORA SEGUNDO ANO DE FUNDAÇÃO

 Por Clóvis Gonçalves

DRT - 7141 Bahia

     Palestrantes

Neste último domingo, 24 de maio, no salão recreativo da Escola Municipal São Judas Tadeu em Irará (BA), foi realizado o primeiro Encontro Estadual dos Povos de Terreiro da Fremauba foi comemorado também o segundo aniversário da Associação das Religiões de Matriz Africanas e Umbanda da Bahia. O evento foi realizado neste domingo (24/5) no salão recreativo da Escola Municipal São Judas Tadeus em Irará. O evento trouxe como teve tema Ancestralidade, Resistência e Construção Coletiva” Destacando que a FREMABA fundada em 24 de maio de 2024 no espaço da Escola Municipal Alzira Martins.  De acordo com a programão divulgada pela coordenação, acolhimento foram acolhidos por meio de credenciamento seguido de um café da manhã para os convidados. Abertura oficial com rito simbólico e manifestação culturais na sequencia formada a mesa temática e manifestações culturais com painéis temáticos simultâneo.

Drª Patrícia, delegada da Polícia Civil da Bahia, palestrante entrevistada por Clovis Gonçalves que aprsenta o programa Radar Notícias na rádio Irará FM das 10h30min. Drª Patrícia na oportunidade fez agradecimento ao Professor Bira pela impotência do evento, informou que exerce atividade a frente da Federação da Tradição da Afro-Brasileira onde exerço o cargo de coordenadora no estado e também da RENAFE no município de São Francisco do Conde foi nesta condição que vim participar deste evento em Irará.

Nós na abertura da mesa tratamos do direitos, garantia de território, então a nossa fala foi neste sentido. Nós temos muitos mecanismos legais e importantes muitas leis, políticas públicas asseguradas na Constituição Federal e no próprio Estatuto de Igualdade Racial com muito mais de dez anos que foi instituído e a gente não se apropria das ferramentas institucionalizadas, Muitos munícipes e pessoas que são lideranças de terreiros e membros de comunidades tracionais desde muitas leis e não se apropriam dessas garantia básica de direitos, enfatizou Drª Patrícia.

A professora Josélia Santos, iraraense, participamos desta encontro organizado pelo professor Ubiratan, esse encontro estadual para trata da demanda da luta e da resistência dos povos de terreiros. Timos diversos painéis e abordagens e todos falam a respeito da luta dos povos de terreiros em torno do direito de existir, a luta acontece dede do século 19, ou muito antes disso, nós saímos de uma realidade no período do século 19 até o início do século 20.

Foto Clóvis Gonçalves

Nós tínhamos o culto afro-brasileiro condenado porque não era prática aceita pela sociedade, e o direito penal punia que fazia batuque de candomblé, então a luta começa desde lá e a partir do século 20 passamos a ter uma compreensão a partir de vários movimentos e podemos citar na Bahia Jorge Amado um grande colaborador desta iniciativa que tentou  descriminalizar e a partir deste entendimento passamos a compreender o candomblé a partir da constituição republicana de1.889, que já permitia liberdade de culto tínhamos a liberdade de culto e a proibição a partir do Código Penal.  

Nós sabemos que o Código Penal Brasileiro foi pensado para criminalizar para prosseguir a população negra recém saída do cativeiro. Esse processo que nós consideramos atualmente de perseguição ao culto afro brasileiro e que nós chamamos isso de racismo religioso porque tudo que está atrelado a população negra passa por processo de desumanização incluindo a sua religião, este momento que acontece hoje em Irará é um momento de luta e resistência, nós estamos em 2026 mas nós não mudamos muito, e entendemos que ainda existe um processo de intolerância religiosa em nossa sociedade, porquê o povo do axé ainda recebem olhares tortos, pontuou a professora Josélia Santos.

O professor Ubiratan Silva Reis, (Professor Bira) presidente e coordenado da FRENAUBA, nós atamos comemorando e reafirmando o nosso compromisso com o povo de terreiro e com o noss espaço sagrado, completamos dois anos nesta próxima segunda-feira, 25 de maio que na Escola Municipal Alzira Martins, assembleia de fundação   FREMAUBA que é fórum de religião de matriz africana e umbanda da Bahia. A FRENAUBA ao realizar este evento veio para fazer o que estava faltando, ouvíamos muitas reclamações de muitas pessoas principalmente das pessoas de axé, estamos criando este espaço para que as pessoas não façam o encontro apenas pelo encontro, esteve evento precisa ter o seu resultado a formação que tanto o nosso povo necessita para se libertar para combater o racismo religioso e de qualquer tipo de violência, é inadmissível que não haja respeito pela religião do próximo.

Raimunda dos Anjos - palestrante

Os palestrantes deste evento são pessoas quase todos ligados ao axé, são pessoas que estão academia estudando estas quentões e que tem proposta para serem apresentadas com absoluto domínio e conhecimento de causa. Precisamos fazer o encontro com formulações de politicas públicas para disputar o espaço de poder.  A partir deste encontro saímos com representação com mais de 20 municípios do estado da Bahia e já podemos plantar esta semente da FRENAUBA em cada municio aqui representado e formular este debate e chegar aos terreiros e liderança de candomblé no sentido de ampliar e fortalecer a luta no combate ao racismo e a intolerância religiosa, pontua professor Bira, presidente da FREBAUBA.  

Foto: Clóvis Gonçalces

CASOS DE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES E CRIANÇAS REFORÇAM ALERTA PARA IDENTIFICARÇÃO DE SINAL NA SAÚDE

Por Correio

Mais de 10 mil denúncias de violência contra mulheres e crianças na Bahia acendem alerta para identificação de sinais em hospitais e clínicas Crédito: Pexels

Entre as crianças, falta de contato visual, comportamento introspectivo, postura de medo. Lesões ou desconfortos em algumas regiões do corpo. Entre as mulheres, dor pélvica crônica, infecções de repetição, crises de ansiedade, insônia, retração e também falta de contato visual. Nem sempre a violência física e psicológica contra crianças e mulheres deixa sinais visíveis, mas esses são alguns indicativos que podem ser percebidos por profissionais de saúde e durante consultas médicas e que indicam que algo pode estar errado.

Entre janeiro e abril de 2026, a Bahia recebeu 3.291 denúncias de violência contra a mulher por meio do Ligue 180, canal do governo federal. Três a cada quatro denúncias (2.466) foram de situações que ocorrem na casa da vítima ou da vítima e do agressor. O número nesse período deste ano já representa 40% das ocorrências do ano passado, quando foram contabilizadas 8549 denúncias. Já o Disque 100, do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, registrou 6.574 denúncias de violência contra criança ou adolescente na Bahia, de janeiro até o último dia 18. Além disso, no mesmo período, foram quase 40 mil ocorrências de violações de direitos de crianças e adolescentes no estado. Neste mês, inclusive, é instituída a campanha Maio Laranja, que chama atenção para o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

Nestes contextos, a atuação dos profissionais de saúde pode ser determinante para o desfecho, uma vez que existe obrigação legal de comunicar a suspeita de violência às autoridades, no caso de crianças e adolescentes. “A gente não precisa ter certeza. Se tem suspeita, somos obrigados legalmente a denunciar”, enfatiza a médica pediatra Raquel Simbalista, professora da Afya Salvador, referindo-se ao Conselho Tutelar da região em que o médico estiver atendendo. “Tudo é feito em sigilo e o nome de ninguém é divulgado. A gente também pode observar se aquela família está necessitando de suporte psicológico, para encaminhar a um psicólogo”, explica.

CRIANÇAS

De acordo com ela, o comportamento de crianças e adolescentes em situação de violência depende da idade e do contexto familiar da vítima. Outro aspecto que pode influenciar é o acompanhante dessa criança ou adolescente - se é alguém que tem intenção de pedir ajuda ou não, ou mesmo se essa pessoa é a autora da violência. “A gente orienta sempre aos alunos, tanto no terceiro quanto quarto semestre, a observar comportamento. São coisas sutis, como a falta de cuidado visual, porque mesmo quando a criança está olhando feio para a gente, ela faz contato. Comportamentos muito introspectivos, timidez excessiva, aquela postura de medo são alguns comportamentos mais universais”, exemplifica.

Durante a anamnese, é possível também perceber discrepâncias nos relatos. Se uma criança tem lesões em locais estranhos, como virilha, nádegas e pescoço, pode ser algo fora do padrão. Existem lesões compatíveis com a faixa etária e outras que destoam. “É muito comum um menino de seis, sete anos, aparecer cheio de hematomas na canela, porque joga futebol e não tem lesões em outro lugar, por exemplo. Outra coisa é quando a pessoa quer esconder a lesão”, afirma a pediatra.  Segundo a psicóloga Andrea Beltran, o fato de que, em grande parte dos casos, o agressor faz parte do círculo de convivência da criança dificulta mais a identificação e a denúncia. “A criança pode sentir medo, culpa, confusão emocional e até receio de desestruturar a família caso fale sobre o assunto”, diz.

Assim, nem sempre haverá um relato direto, especialmente entre crianças menores que não têm repertório emocional ou linguagem suficiente para contar o que viveram de forma clara. “Por isso, a escuta acolhedora e a observação constante dos adultos são fundamentais. Quando a criança percebe segurança e ausência de julgamento, ela tende a se sentir mais protegida para falar”, acrescenta a psicóloga. Mesmo entre os pacientes mais jovens, também é possível identificar Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Enquanto a violência física pode gerar hemorragias, fraturas e até quadros cirúrgicos, a violência sexual pode ser percebida ao examinar a criança e encontrar lesões de doenças como sífilis e condiloma (verruga genital), por exemplo.

Em crianças e adolescentes, as situações de violência vão demandar sensibilidade, responsabilidade e preparo técnico dos profissionais, como reforça a médica ginecologista Ludmila Andrade, professora de Medicina da Afya Salvador. Isso porque há muitos sinais não explícitos da violência e que podem vir acompanhados também de indícios de automutilação e de sexualização infantil. “Os sinais mais fortes costumam ser emocionais: um retraimento intenso, ansiedade, mudanças bruscas de comportamento, a hipersexualização, dificuldade extrema de falar sobre o próprio corpo e reações que são desproporcionais ao toque ou mesmo aproximação. Precisamos observar muito a dinâmica familiar, se a criança demonstra algum tipo de medo com determinada acompanhante, se evitar falar na presença desse acompanhante", afirma.

MULHERES

Para a ginecologista Ludmila Andrade, a situação mais frequente no consultório, no caso das mulheres, é perceber a violência psicológica e emocional, ainda que outras situações - como a violência sexual - também sejam recorrentes, mesmo em relacionamentos que aparentam ser ‘normais’. “É muito frequente encontrar mulheres que vivem sob controle excessivo do parceiro, situações de humilhação constante, manipulação emocional, isolamento social, excesso de vigilância sobre celular, diminuição de autoestima, vigilância financeira e que fazem com que essas mulheres vivam em situação de culpa e medo constante".

O abuso sexual também existe em relacionamentos. Entre as pacientes, há aquelas que acreditam que são obrigadas a ter relações sexuais mesmo sem vontade, com o objetivo de evitar conflito. Segundo a médica, isso traz consequências para a saúde física, a exemplo de muita dor na relação, perda do desejo, aumento de ansiedade, insônia e sofrimento emocional.

Sintomas recorrentes sem causa orgânica proporcional também podem ser sinais a serem observados. Esse é o caso de dor pélvica intensa, infecções de repetição, tensão muscular, excesso de tensão, alterações menstruais e queixas sexuais. “No caso dos adolescentes, vemos ainda casos relacionados a vulnerabilidade, relacionamentos abusivos precoces e a exposição a situações de violência psicológica pelas redes sociais e por alguns grupos sociais. A violência raramente começa pela agressão física. Os sintomas começam sutis e vão piorando progressivamente, com o passar do tempo", pontua Ludmila. Fonte Correio.

INSS INICIA PAGAMENTOS DE MAIO PARA APOSENTADOS E PENSIONISTAS

Por Metro1

Por: Metro1 no dia 25 de maio de 2026 às 07:31

Os aposentados, pensionistas e demais segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber os benefícios referentes ao mês de maio nesta segunda-feira (25/5). Os depósitos seguem o calendário oficial definido pelo número final do cartão do benefício, desconsiderando o dígito após o traço. Os primeiros pagamentos serão destinados aos beneficiários que recebem até um salário mínimo. Na sequência, o INSS libera os valores para quem possui renda acima do piso nacional.

Para os segurados que recebem até um salário mínimo, o cronograma ficou estabelecido da seguinte forma: final 1 em 25 de maio; final 2 em 26 de maio; final 3 em 27 de maio; final 4 em 28 de maio; final 5 em 29 de maio; final 6 em 1º de junho; final 7 em 2 de junho; final 8 em 3 de junho; final 9 em 6 de junho; e final 0 em 8 de junho. Já para quem recebe acima de um salário mínimo, os pagamentos serão realizados em grupos: finais 1 e 6 no dia 1º de junho; finais 2 e 7 em 2 de junho; finais 3 e 8 em 3 de junho; finais 4 e 9 em 5 de junho; e finais 5 e 0 em 8 de junho.

Os segurados podem consultar o valor do benefício pelo aplicativo Meu INSS ou pelo portal oficial do instituto. Também é possível obter informações por meio da central telefônica 135, disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h. Para acessar os serviços, é necessário informar CPF e senha cadastrados na plataforma Gov.br. Fonte: Metro1

domingo, 24 de maio de 2026

TJ-SP NEGA LIMINAR E MANTÉM DEOLENE BEZERRA EM PENITECIÁRIA ; DEFESA ESTUDA RECORRER AO STJ

Por BNews

Deolane foi presa sob sob suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro ligada à organização criminosa PCC | Reprodução / Redes sociais

O Tribunal de Justiça de São Paulo negou um pedido de habeas corpus, neste último domingo (24/5), em caráter liminar, que foi apresentado pela equipe jurídica de Deolane Bezerra contra sua prisão preventiva. A decisão acontece um dia depois do ministro Flávio Dino rejeitar uma solicitação de prisão domiciliar. Com a negativa, a defesa da influenciadora espera o julgamento do mérito e analisa recorrer ao Supremo Tribunal de Justiça. Deolane foi presa preventivamente na última quinta-feira (21/5) durante uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo que apura um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital, o Primeiro Comando da Capital (PCC). A loira está detida na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior do estado. Ela nega as acusações e alega que foi presa por ter feito um trabalho como advogada em um serviço no qual recebeu o valor de R$ 24 mil de um cliente.

SUPOSTA LIGAÇÃO COM MARCOLA

O promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Ministério Público de São Paulo, alega que a influenciadora Deolane Bezerra tem uma ligação direta e intima com a familia de Marcola, Marco Willians Herbas Camacho, líder principal do PCC. Ela foi presa na última quinta-feira (21) e foi transferida para uma cadeia no interior paulista na última sexta-feira (22/5).  Em entrevista com a Folha de São Paulo, o promotor disse que ficou evidenciado no decorrer das investigações que resultou na operação Vérnix a relação próxima da influenciadora com integrantes da cúpula da organização criminosa.  Deolane seria mais próxima de Paloma Camacho, sobrinha de Marcola. A polícia tentou prendê-la na Espanha também na quinta, mas não a localizou e agora ela é considerada como foragida. Fonte: BNews

SEM CITAR CITAR LUCIANO HUCK, ANA PAULA RENAULT DEFENDE BOLSA FAMÍLIA: "O BENAFÍCIO NÃO É PRÊMIO POR POBREZA"

Por BNews

Luciano Huck fez duras críticas ao Bolsa Família, afirmando que o programa não permite a quebra do ciclo de pobreza | Reprodução / Video

Ana Paula Renault usou as redes sociais neste domingo (24/5) para defender o Programa Bolsa Familia. O posicionamento da Campeã do BBB 26 aconteceu depois de declarações do apresentador Luciano Huck durante uma participação no 5º Fórum Esfera, realizado no Guarujá, em São Paulo. No vídeo, a jornalista contestou críticas relacionadas À permanÊncia de famílias no programa de transferência de renda e disse que dados exibem a saída de beneficiários no decorrer dos anos. “O Bolsa Família talvez seja uma das políticas públicas mais mal interpretadas do Brasil. Durante anos, repetiram a ideia cruel de que o brasileiro recebe o benefício e ‘se acomoda’. Mas os dados contam outra história.”, disse.

A influenciadora mencionou um estudo atribuído à Fundação Getulio Vargas (FGV) para sustentar a argumentação. “Um estudo da FGV mostrou que, em dez anos, mais de 60% dos beneficiários conseguiram deixar o Bolsa Família. Entre os jovens que eram adolescentes quando recebiam o benefício, esse número passa de 70%, gente. Ou seja: os filhos do Bolsa Família, em grande parte, não continuam no Bolsa Família.”, pontuou.

Depois disso, Ana Paula destacou que a saída de beneficiários do programa representa o objetivo da política pública. “E se a maioria dos filhos do Bolsa Família deixa de depender do programa, isso não é fracasso. Isso é exatamente o que uma política pública séria deve fazer: impedir que a pobreza vire herança.”, acrescentou.

No vídeo, ela ainda falou sobre a função social do benefício. “O Bolsa Família não existe para substituir o trabalho. Ele existe para garantir o mínimo enquanto a vida tenta se reorganizar. Para manter a criança na escola, para garantir vacina, para garantir o pré-natal, para que uma mãe não precise escolher entre dar de comer ou mandar o filho para estudar.”, destacou.

Ana Paula afirmou que o debate deveria considerar as condições de trabalho e renda dos brasileiros. “O debate honesto não é se o beneficiário do Bolsa Família trabalha. O debate honesto é por que tanta gente trabalha, se esforça, cuida de filho, atravessa a cidade, pega informalidade, aceita subemprego e ainda assim continua pobre.”, disse.

Além disso, ela mencionou o valor do benefício ao comentar as críticas sobre a permanência de famílias no Bolsa Família. “Bolsa Família é de 600 reais. Você sabe o valor de uma cesta básica? Como se alguém escolhesse viver com o mínimo. Como se fosse projeto de vida.”, questionou.

“O benefício não é prêmio por pobreza. É uma ponte. E ponte não é lugar de moradia. É lugar de passagem.”, concluiu. Fonte: BNews.