sábado, 22 de agosto de 2026

FLÁVIO BOLSONARO DÁ ATÉ DEZEMBRO PARA CV E PCC DEIXAREM O BRASIL

Por A tarde

                                 O senador Flávio Bolsonaro - Foto: Charles Vieira/Campanha Presidencial

O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), afirmou neste sábado, 22 de agosto, que, se ele for eleito em outubro, facções como CV e PCC terão até dezembro para deixar o Brasil. O presidenciável disse ainda que pretende classificar as organizações como grupos narcoterroristas e declarar “guerra” a elas a partir de janeiro de 2027. 

“Eu não vou abaixar a cabeça para bandidos. Marginais e narcoterroristas, vocês têm até dezembro deste ano para meter o pé do Brasil, porque, a partir de janeiro do ano que vem, nós vamos declarar guerra aos narcoterroristas”, disse.

A declaração foi feita durante o evento de lançamento da candidatura de Douglas Ruas ao governo do estado do Rio de Janeiro, no Maracanãzinho.

MUDANÇAS NO SISTEMA PENAL

Flávio também defendeu mudanças na legislação penal, como a redução para 14 anos da maioridade penal em casos de estupro e a castração química para estupradores e abusadores de mulheres e crianças.

“As mulheres serão protegidas. Nós vamos aprovar a castração química para estupradores e abusadores de mulheres e crianças. Ah, mas o Flávio é radical. Não gostou, vota no defensor bandido”, disse. Fonte: A tarde.

MOTORISTA INVADE PASSARELA DE PEDESTRE COM CARRO NA AVENIDA PASSARELA E PRECISA DESCER DE RÉ APÓS FLAGRA DA POLÍCIA

Por BNews

Flagra surreal na Avenida Paralela assusta pedestres e mobiliza policiais militares nas primeiras horas deste sábado (22)  | Reprodução / Redes Sociais

Uma cena, no mínimo inusitada, assustou quem passou pela Avenida Luís Viana Filho, popularmente conhecida como Avenida Paralela, em Salvador, nas primeiras horas da manhã deste sábado (22 de agosto). Um carro foi visto circulando em uma passarela de pedestres, localizada em frente à faculdade FTC. O automóvel, modelo Gol, cor branca, chegou a alcançar a parte alta do equipamento quando o motorista foi abordado por policiais militares no local, que ordenaram o retorno. Diante da abordagem, o veículo precisa descer a passarela de ré, como mostra vídeos que circulam nas redes sociais. A reportagem do BNews procurou a Polícia Militar da Bahia (PM-BA) para obter mais informações e esclarecimentos sobre a ocorrência, mas não recebeu retorno até a publicação desta matéria. Fonte: BNews.

TJBA APURA SUMIÇO DE PROCESSO CONTRA OPERADOR FINANCEIRO DO ESQUEMA INVESTIGADO NA OPERAÇÃO FAROESTE

Por BNews

Corregedoria do Tribunal de Justiça da Bahia investiga sumiço de autos de ação possessória ligada à Operação Faroeste  - Foto: Divulgação

A Corregedoria Judicial do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para investigar o sumiço dos autos físicos de uma ação possessória em Formosa do Rio Preto, no extremo oeste do estado. O processo envolve Joílson Gonçalves Dias, apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como operador financeiro do esquema desarticulado pela Operação Faroeste Joílson é filho do borracheiro José Valter Dias, considerado o maior latifundiário da Bahia, sendo dono de terras que, segundo o Ministério Público Federal, foram griladas. 

A portaria, assinada pelo corregedor, desembargador Emílio Salomão Resedá, mira a conduta da servidora Alaéce Moreira dos Santos, escrivã da Vara de Jurisdição Plena da Comarca de Formosa do Rio Preto. O procedimento vai verificar se houve quebra dos deveres de zelo e custódia referentes ao acervo documental sob sua guarda. A investigação interna ficará sob a responsabilidade do juiz auxiliar da Corregedoria, Marcos Ledo, que recebeu o prazo de 60 dias para a apresentação do relatório final.

PROCESSO NÃO FOI ENCONTRADO

A ação de interdito proibitório tramita desde 2008 e trata de uma disputa por terras na região oeste. A ação foi movida por Ademir Antônio Marcon, Devanira Rorato Marcon e Marcelo Ricardo Marcon contra Joílson Gonçalves Dias. O desaparecimento dos documentos foi identificado durante os trabalhos de virtualização do acervo da unidade. A Unidade de Apoio ao Judiciário (UNIJUD) comunicou à 1ª Vara Cível local que o processo não constava na base de dados da empresa contratada para realizar a digitalização. Antes da instauração do PAD pela Corregedoria, a juíza substituta Tônia Barouche chegou a expedir despachos determinando buscas internas pela guia de remessa e oficiando a presidência do tribunal.

ATUAÇÃO FINANCEIRA

Joílson Gonçalves Dias é filho de José Valter Dias, o "borracheiro" apresentado como suposto titular de mais de 300 mil hectares de terras em Formosa do Rio Preto, cuja disputa deu origem às investigações da Operação Faroeste sobre grilagem e compra de decisões judiciais no tribunal baiano.

Nas apurações federais, Joílson é descrito como integrante do núcleo financeiro da organização criminosa. Ele constava como sócio majoritário da JJF Holding (com 49% de participação), ao lado de Geciane Maturino, esposa do falso cônsul Adailton Maturino. De acordo com a acusação, a pessoa jurídica era utilizada para movimentar recursos ilícitos e conferir aparência jurídica formal aos terrenos apropriados irregularmente na região. Fonte BNews.

PREFEITA DE ARACI (BA) REBOLA EM CIMA DE CARRO DURANTE ATO DE CAMPANHA COM JERÔNIMO, WAGNER E RUI COSTA

Por Voz da Bahia

Foto:Divulgação

A prefeita do município de Araci na Bahia, Keinha (PDT), chamou atenção durante um ato político do candidato ao governo da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), nesta última sexta-feira (21/8). Durante a carreata pelo município, a gestora apareceu dançando e rebolando em cima de um carro. O momento foi registrado em vídeo e compartilhado nas redes sociais. Jerônimo Rodrigues acompanhou a cena e também exibiu alguns passos de dança, enquanto o ato reunia apoiadores pelas ruas da cidade. A agenda contou ainda com a presença dos candidatos Jaques Wagner (PT) e Rui Costa (PT), que disputam vagas no Senado Federal. A programação política começou com uma carreata em Tucano e passou por Araci, Teofilândia e Serrinha. O grupo tinha ainda um comício previsto em Conceição do Coité. Fonte Voz da Bahia

ATUAÇÃO DE LULINHA EM NEGOCIAÇÕES COM O GOVERNO FOI ENCOBERTADA POR AMIGA LOBISTA E "CARECA DO INSS", DIZ POLÍCIA FEDERAL

Por Tribuna da Bahia

Foto: Reprodução / Perfil Brasil

A participação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, nas negociações com o governo federal foi encoberta pela empresária Roberta Luchsinger, amiga dele, e pelo lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS". A PF apura um suposto tráfico de influência de Lulinha para abrir as portas da gestão do pai a Luchsinger, de quem é amigo. O GLOBO teve acesso a documentos que integram a investigação. A tentativa de encobrir a atuação de Lulinha na investida para emplacar contratos no Ministério da Saúde e em outros órgãos públicos aparece em mensagens enviadas por Roberta a interlocutores e em depoimentos de testemunha, segundo a Policia Federal.

"Registra-se, ainda, a reiterada preocupação demonstrada pelos investigados em ocultar a associação entre ambos e a participação de um terceiro, cuja identidade, segundo fontes autônomas e independentes, apontaria para indivíduo de elevada relevância política, por ser filho do presidente da República", afirmou a Polícia Federal em relatório, em referência a Lulinha. Lulinha, Roberta e o empresário Fernando Bittar, que já foi sócio do filho do presidente, tinham um grupo no WhatsApp para tratar das negociações com o governo, segundo a investigação. O objetivo era que as movimentações ocorressem sem chamar a atenção para o primogênito de Lula.

“Fábio não faz nada. Ele só entra em campo quando precisa. Tem que se preservar”, escreveu Roberta em 21 de janeiro de 2024 a um interlocutor. Pouco mais de dois meses depois, em 6 de março, a empresária avisou a Lulinha que havia chegado a Brasília para uma reunião no Ministério da Saúde com Swedenberger Barbosa, então secretário-executivo da pasta, conhecido como "Berge". “Pousei. Vou lá no Berge”, disse Luchsinger. “Que ótimo. Vai com tudo. Manda beijo para o Berge e fala que não fui porque vc não chamou”, ironizou Lulinha. O grupo tentava emplacar a venda de canabidiol, em um negócio que não foi concretizado.

As mensagens mostram que Lulinha interferiu para que o encontro acontecesse, e a agenda foi marcada por Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, então chefe de gabinete de Lula. Dois meses depois da reunião, em 13 de maio, Luchsinger disse a Marcola que “temos que colocar Fábio em cima do Berge”, em nova menção a Lulinha e ao então número dois da pasta. Já em 22 de março de 2024, outra conversa mostra a proximidade entre os dois. “Nosso nível tá outro. Nosso futuro é Suíça. Poucos negócio é bom (sic). Esse povo aqui tá em outra vibe”, diz a empresária. O filho do presidente responde em seguida: “Isso. Deixa eles. Trabalho para caralho e nunca dá em nada”.

Como mostrou O GLOBO, Luchsinger pretendia vender 1,2 milhão de frascos de medicamentos à base de canabidiol ao Ministério da Saúde, em uma transação que poderia render até R$ 626 milhões. Uma minuta sobre a negociação foi enviada pela empresária a Marcola. A pasta, por sua vez, informou que "nunca houve possibilidade de compra de canabidiol, uma vez que o produto sequer está incorporado ao SUS". A defesa de Lulinha afirmou que "reafirma sua confiança nas instâncias formais e adequadas de apuração dos fatos e se manifestará nos autos em momento adequado, somente após o acesso integral aos dados obtidos pelas quebras de sigilo". Os advogados pontuaram ainda que solicitarão, "uma vez mais, rígidas apurações da nefasta instrumentalização de parte das nossas instituições por interesses políticos e eleitorais".

Já os advogados de Marcola, por sua vez, afirmaram que o “vazamento seletivo de trechos da documentação, em vez da totalidade do conteúdo, tem objetivo de distorcer os fatos e interferir no processo eleitoral”. A defesa diz ainda que o ex-chefe de gabinete nunca “encaminhou qualquer documento referente a compras ou licitações no âmbito do Ministério da Saúde ou da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”.

“NÚCLEO POLÍTICO”

Segundo a investigação, Luchsinger recebeu repasses de Antunes que somam R$ 1,5 milhão e seriam referentes a serviços de consultoria para viabilizar contratos no governo federal. Em uma das transferências, o empresário informou a um interlocutor que o dinheiro era destinado ao "filho do rapaz", possivelmente em referência a Lulinha, segundo a PF. O inquérito aponta ainda que Luchsinger faria parte do "núcleo político" da suposta organização criminosa. O lobista está preso por participação no esquema de fraudes do INSS. A defesa dele afirma que não vai se manifestar “até que tenha acesso integral ao conteúdo dos celulares apreendidos na investigação”.

“Roberta apresenta-se como pessoa com acesso a estruturas de poder capazes de influenciar decisões de natureza política, ainda que de alcance restrito, circunstância que lhe confere relevância em ambientes de negócios que se beneficiam dessa proximidade”, acrescenta a Polícia Federal em relatório. A defesa dela nega irregularidades e pediu ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), o trancamento do inquérito que investiga as suspeitas envolvendo Luchsinger, Lulinha e Antunes.

Os advogados sustentam que as provas são ilícitas porque teriam sido obtidas a partir da exploração de mensagens e demais arquivos dela para um objetivo diferente do que havia sido autorizado por Mendonça ao determinar a quebra de sigilo. Com isso, a defesa pretende anular mensagens e demais provas que tenham sido obtidas a partir do acesso ao celular, outros equipamentos eletrônicos e dados na nuvem.

A petição apresentada ao Supremo Tribunal Federal alega que a Polícia Federal, quando pediu a quebra de sigilo relacionada às investigações sobre fraudes no INSS, já suspeitava da atuação de Luchsinger, Lulinha e de Antunes junto a outros órgãos do governo federal. A defesa, portanto, sustenta que o pedido seria uma "pesca probatória" para, em um inquérito já formalizado, conseguir informações para outra linha investigativa, o que os advogados afirmam ser ilegal. Fonte Tribuna da Bahia.