Por Clóvis Gonçalves
DRT 7141 BA
Plenário da Câmara de VereadoresO presidente da câmara de vereadores de Irará, em nome do legislativo manifestou por meio de declaração, contra a agressão física sofrida por uma profissional da educação do município no absoluto direito soberano de exercer a sua profissão. O fato ocorreu da escola municipal Coronel Balbino Félix situada na comunidade rural da Caroba. A categoria dos profissionais da educação nesta terça-feira (12/5) ocuparam a galaria da câmara de vereadores em protesto contra agressão sofrida pela professora Roqueline Nascimento. Presente neste ato de solidariedade estava o coordenador da APLB-Sindica Rui Oliveira, que no uso da tribuna da câmara de vereadores manifestar também repúdio.
Na oportunidade Rui Oliveira declarou que Irará sempre foi conhecida por grandes pessoas, Fernando Santana conhecido nacionalmente, o goleiro Dida e tantos outros. Irará está contaminada com esta ação localizada, trata-se de ação de agressão física sofrida por uma profissional que está em estado de gestação, a agressão ocorreu dentro de escola pública Coronel Balbino Felix por parte de uma mãe de aluno.
Professor Rui OliveiraDisponibilizamos toda solidariedade a professora Roqueline e que pode contar com o apoio da APB-Estadual, da Frente Norte Nordeste e da nossa Federação CNT e também pedir que prevaleça a justiça, conclamo para que a câmara e prefeitura criem uma legislação faça uma legislação “É Inadimissível o profissional da educação em seu ambiente de trabalho ser agredida por que você está acolhendo, pontou.
A professora Fabiana Marquês, diretora da APLB-Sindicato Irará também se manifestou contra a agressão pela professora Roqueline, Fabiana destacou que este fato surpreendeu a todos profissionais de educação. Já tínhamos conhecimento das agressões psicológicas, APLB-Sindicato já vem intervindo sobre estes acontecimentos mais uma agressão física realmente é um fato novo no município e diante deste caso jamais iremos ficarmos calados por isso que fomos para a rua em manifestação e denunciar e também buscarmos o apoio do poder legislativo municipal (câmara de vereadores) para que este fato não se torne rotineiro em nosso município (Irará) e movimento com início recentemente entre outras escolas atingido a outros professionais da educação e alunos dentro do chão da escola. O nosso tema é “espaço de Paz e Espaço de Amor”, destacou Fabiana Marques.
A Professora Roqueline Sacramento, vítima da agressão física
em pleno exercício da sua atividade profissional conforme o artigo 331 do
Código Penal Brasileiro (CPB) , “Desacato a Funcionário no Exercício da Função
ou Razão Dela”, : Pena de detenção de 6 meses a dois anos. A professora destacou que estava acompanhada
de uma monitora na sala de aula, quando uma mãe de aluno, que tiveram os nomes
divulgados, de imediato ela proferiu chingamentos direcionados a mim diante do
exposto perguntei se ela (mãe) queria conversa comigo. É razão do clima
solicitei a que conversa fosse em outro ambiente da escola, foi retrucada.
Roqueline Sacramento informou que a diretora estava na unidade escolar e que poderia buscar entendimento para que pudesse manter um diálogo, em dado momento a senhora (mãe do aluno) desferiu um tapa no aparelho celular da professora que pretendia filmar as agressão verbal da mãe do aluno. Na sequência, de acordo com relato da professora foi agredida com puxões de cabelo e vários tapas e também arranhões. Os alunos ficaram apavorados com a situação e começaram a gritar exaustivamente as gritar diante das agressões, pontuou a professora Roqueline.
A secetaria de educação Irará, Adriana Menezes, manifestou solidariedade a professora Roqueline Nascimento. (Foto: Clóvis Gonçalves)