Por Metro1
A
prova de vida é utilizada para confirmar que o beneficiário continua vivo,
prevenindo fraudes e pagamentos indevidos. Desde 2022, o procedimento passou a
ocorrer automaticamente por meio do cruzamento de informações em sistemas
públicos, dispensando, na maioria dos casos, o comparecimento anual ao banco ou
às agências do INSS. O sistema considera registros recentes como vacinação,
emissão de documentos, participação em eleições, renovação da CNH e
atendimentos realizados em órgãos públicos. Quando nenhuma dessas movimentações
é identificada, o beneficiário é convocado a realizar a comprovação
manualmente.
Segundo
o INSS, apenas quem recebeu aviso oficial deve fazer a atualização.
Beneficiários que não receberam notificação no WhatsApp, no aplicativo Gov.br
ou no extrato bancário não precisam tomar nenhuma medida neste momento. A regularização
pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS, para usuários com conta prata ou ouro
no Gov.br, pelo próprio aplicativo Gov.br com reconhecimento facial, nos bancos
responsáveis pelo pagamento do benefício ou presencialmente na agência
bancária. Algumas instituições financeiras também oferecem a opção por biometria
facial em seus aplicativos.
No
Gov.br, o segurado deve acessar a área “Prova de Vida”, verificar a pendência e
seguir as instruções para validação facial. Já a consulta da situação cadastral
pode ser feita pelo Meu INSS, pela Central 135, no extrato bancário ou na caixa
postal do Gov.br. O governo federal
também reforçou o alerta contra golpes envolvendo o procedimento. De acordo com
o INSS, as mensagens oficiais não enviam links externos, não solicitam senhas,
CPF, dados bancários ou pagamentos via Pix. O órgão ainda informou que não envia
funcionários às residências dos segurados para realizar a prova de vida ou
recolher documentos. A recomendação é utilizar apenas os canais oficiais, como
os aplicativos Gov.br e Meu INSS, além da Central 135 e do banco responsável
pelo pagamento do benefício. Fonte: Metro1.