Por Voz da Bahia

Fonte: Voz da Bahia
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o governo brasileiro monitora os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre a distribuição de medicamentos. Segundo ele, apesar dos riscos, o cenário segue controlado no momento, sem impacto direto nos custos logísticos. A preocupação está ligada à cadeia global de produção, já que muitos medicamentos utilizam insumos derivados do petróleo. A alta no preço da commodity, impulsionada pelo conflito, pode afetar tanto a fabricação quanto o transporte desses produtos em escala internacional.
Desde o início da guerra, o preço do barril de petróleo apresentou forte volatilidade, com picos elevados e dificuldades no transporte em rotas estratégicas, como o Estreito de Ormuz. A região concentra uma parcela significativa do fluxo global da commodity, o que aumenta a atenção de autoridades e mercados. Padilha informou ainda que o Brasil tem dialogado com países como China e Índia, grandes fornecedores de matérias-primas farmacêuticas, para acompanhar possíveis impactos nas rotas de abastecimento. O governo mantém o monitoramento contínuo para evitar prejuízos ao fornecimento no país. Fonte: Voz da Bahia.