Por BNews
Deputados governistas acusaram votação de conter fraudes e parlamentar acabou sendo empurrado. Reprodução/redes sociais
A
sessão desta quinta-feira (26/2) da Comissão Mista de Inquérito (CMPI) que
investiga as fraudes do INSS terminou em uma briga generalizada após os parlamentares
presentes aprovarem a quebra de sigilo bancário do filho do presidente Lula.
Fábio Luíz Lula da Silva, o Lulinha, se tornou pessoa de interesse por relação
com o principal suspeito das fraudes, o Careca do INSS. Com a decisão de quebra
de sigilo bancário de Lulinha, todas as movimentações do filho do presidente,
desde janeiro de 2022 até janeiro desde ano, serão analisadas pela CPMI. Após
essa decisão, políticos da base governista alegaram que houve fraude na
contagem de votos e partiram para cima do presidente da comissão.
O
pedido de quebra de sigilo foi baseado em uma representação da Polícia Federal
para apurar se o filho do presidente e pré-candidato a reeleição foi alvo de
repasses das fraudes do INSS. A confusão começou com o deputado Paulo Pimenta
(PT-RS) declarou que houve fraude na votação contestando o resultado anunciado
pelo presidente da comissão, Senador Carlos Viana (Podemos-MG), que rebateu as
acusações.
Após
o bate-boca entre parlamentares, o deputado Rogério Correia (PT-MG) acabou
avançando contra o relator da CPMI e autor do pedido de requerimento, Alfredo
Gaspar (União-AL) com ofensas e acusações. Na sequência o petista empurrou Luiz
Lima (Novo-RJ), este que revidou com socos. Neste momento, a sessão que estava
sendo transmitida pela TV Senado foi suspensa. Nas redes sociais, o petista
mineiro publicou uma cena da briga entre ele e Alfredo Gaspar, onde escreveu na
legenda: “Bolsonarista mente que nem sente” e denunciou que foi agredido
“covardemente”. Fonte: BNews