sábado, 23 de agosto de 2014

FAMÍLIAS DO SEMIÁRIDO BAIANO RECEBEM ATÉ R$ 3 MIL PARA O COMBATE À ESTIGEM

Por Clóvis Gonçalves
Cinco mil famílias de agricultores familiares do semiárido baiano estão recebendo crédito no valor de R$ 3 mil por família, para o atendimento a esses produtores do seminário foi assinado um acordo de cooperação entre os governos federal e estadual, que prevê a convergência das políticas públicas de Assistência Técnica de Extensão Rural (Ater), água para produção e fomento produtivo, por meio do qual as famílias recebem apoio financeiro voltado para a melhoria da produção.

O dinheiro é creditado diretamente na conta bancária das famílias beneficiadas. Dentro das ações do Plano Brasil Sem Miséria e Programa Vida Melhor, do Governo da Bahia, a cooperação é resultado da parceria entre os ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), e o governo estadual, por meio das secretarias da Agricultura (Seagri) e do Desenvolvimento Social e Combate à pobreza (Sedes). 

Esta semana, o Governo do Estado declarou situação de emergência em 110 municípios castigados pela estiagem. Por meio de decreto, o Estado autorizou a mobilização de todos os órgãos estaduais, no âmbito das suas competências, para “envidar esforços no intuito de apoiar ações de resposta ao desastre, reabilitação do cenário e reconstrução”. Em Paulo Afonso, na região norte, estão em desenvolvimento ações, com 98% das metas concluídas,  de implementação de estruturas hídricas que beneficiam 151 famílias de agricultores familiares, por meio de convênio entre a Sedes e o MDS. No total, os investimentos somam R$ 5,3 milhões para a construção de cisternas, barragens, barreiros, além da limpeza de aguadas, contemplam também os municípios de Santa Brígida, Jeremoabo, Rodelas e Glória. Ainda no semiárido baiano, um segundo convênio firmado entre Sedes e MDS garante mais R$ 2,1 milhões para a implementação de 146 cisternas de produção e 90 barreiros trincheira familiar em Paulo Afonso, Glória e Chorrochó. As ações são executadas pela ONG Assessoria Gestão em Estudos da Natureza Desenvolvimento Humano e Agroecologia (Agendha). (Tribuna)