Por Metro1
Foto: Agência Senado/Célio AzevedoO Tribunal Regional Federal da 1º Região aprovou, por
unanimidade, que a família do presidente da República eleito, Tancredo Neves,
tenha acesso aos documentos sigilosos sobre a internação do político no
Hospital de Base, em Brasília. Com isso, as dúvidas da família e dos eleitores
da época, sobre a suspeita de que ocorreu um erro médico, poderão ser sanadas.
Tancredo Neves foi internado na véspera da posse presidencial com quadro de
diverticulite e morreu um mês depois, em 21 de abril de 1985. A condição é uma
inflamação na região do intestino grosso.
A partir desta decisão, o Conselho Federal de Medicina (CFM)
e o Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM) vão liberar
prontuários e outros documentos, bem como a relação de médicos. Tancredo Neves
foi o primeiro presidente civil eleito após duas décadas do regime militar, mas
devido ao ocorrido, ele (Tancredo Neves) não chegou a tomar posse. Fonte Metro1
