Acorda Cidade
Foto: Fernando Frazão/Agência BrasilA biometria será usada mais uma vez para votar nas eleições
deste ano. A tecnologia estará disponível em todas as seções eleitorais do país
para evitar fraudes e garantir a lisura do pleito. Apesar da requisição, a
biometria não é obrigatória para exercer o direito ao voto. Se o título estiver
regular, o eleitor pode votar mesmo sem ter realizado esse cadastro. Neste
caso, será exigido o documento de identificação para acesso à urna eletrônica.
Se a urna eletrônica não reconhecer a biometria já realizada, o eleitor continua tendo o direito ao voto. A orientação é que a leitura biométrica possa ser repetida até quatro vezes. Persistindo a dificuldade, a mesa receptora vai confirmar a identidade do eleitor por outros meios de conferência do cadastro. Se as informações coincidirem, o eleitor assina o caderno de votação ou registra a impressão digital, caso não saiba assinar. Em 2008, a Justiça Eleitoral começou a utilizar os dados da impressão digital para identificar os votantes. A medida foi adotada para aumentar a segurança das eleições e evitar que uma pessoa possa votar no lugar de outra. Com o cruzamento de informações, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda pode detectar eleitores com registros duplicados no cadastro eleitoral.
CADASTRO BIOMÉTRICO ENCERRADO
Já não é possível cadastrar a biometria para as eleições de
2026, porque o prazo se encerrou em maio deste ano. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) orienta os
cidadãos a comparecerem à Justiça Eleitoral após o pleito para realizar o
cadastro. No cadastramento, são
coletadas a fotografia, as digitais de todos os dedos da mão e a assinatura do
eleitor. As informações são utilizadas para tornar mais seguro o processo
eleitoral. Fonte: Acorda Cidade.