Por Bahia Notícias
Fotos ilustratGoogle ivas: Reprodução / Maps / Fundação Casa
Parcela da
70%, segundo a matriz ideológica do Datafolha. A reeducação dos menores
infratores foi escolhida por 27%, e outros 3% não souberam responder. Em 2022,
65% defendiam punição como a de adultos, enquanto A parcela de brasileiros que
defendem que adolescentes que cometem crimes devem ser punidos como adultos
chegou 34% preferiam reeducação. A pergunta compõe o eixo de comportamento da
matriz ideológica do Datafolha. Embora o questionário use a formulação
"adolescentes que cometem crimes", a legislação brasileira trata
essas condutas como atos infracionais quando praticadas por menores de 18 anos.
Entre
evangélicos, 75% defendem que adolescentes sejam punidos como adultos. Entre
católicos, o percentual é de 72%. A reeducação é escolhida por 24% dos evangélicos
e 25% dos católicos. No recorte por intenção de voto presidencial, 61% dos eleitores
de Lula (PT) defendem punição como adultos, e 37%, reeducação. Entre eleitores
de Flávio Bolsonaro (PL), os percentuais são 81% e 17%, respectivamente. A
pesquisa também mostra que a maioria dos brasileiros afirma concordar mais com
a frase de que "o uso de drogas deve ser proibido porque toda a sociedade
sofre com as consequências". A resposta foi escolhida por 85% dos
entrevistados.
A
alternativa oposta, de que "o uso de drogas não deve ser proibido, porque
é o usuário que sofre com as consequências", foi citada por 13%. Outros 2%
não souberam responder. O resultado mantém o tema em patamar estável na série
histórica. Em 2022, 83% defendiam a proibição do uso de drogas, enquanto 15%
diziam que ele não deveria ser proibido. Como a variação está dentro da margem
de erro geral, de dois pontos percentuais, o dado deve ser tratado como
oscilação.
O apoio à proibição é majoritário em todos os grupos analisados. O Datafolha ouviu presencialmente 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em 139 municípios, nos dias 17 e 18 de junho de 2026. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. Nos estratos, a margem varia conforme a base. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-09956/2026. (Fonte: Bahia Notícias/São Paulo, (SP/Folha press /Por Laura Intrieri.