Por BNews
Deolane foi presa sob sob suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro ligada à organização criminosa PCC | Reprodução / Redes sociais
O Tribunal de Justiça de São Paulo negou um pedido de habeas
corpus, neste último domingo (24/5), em caráter liminar, que foi apresentado
pela equipe jurídica de Deolane Bezerra contra sua prisão preventiva. A decisão
acontece um dia depois do ministro Flávio Dino rejeitar uma solicitação de
prisão domiciliar. Com a negativa, a defesa da influenciadora espera o julgamento
do mérito e analisa recorrer ao Supremo Tribunal de Justiça. Deolane foi presa
preventivamente na última quinta-feira (21/5) durante uma operação da Polícia
Civil e do Ministério Público de São Paulo que apura um esquema de lavagem de
dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital, o Primeiro Comando da Capital
(PCC). A loira está detida na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no
interior do estado. Ela nega as acusações e alega que foi presa por ter feito
um trabalho como advogada em um serviço no qual recebeu o valor de R$ 24 mil de
um cliente.
SUPOSTA LIGAÇÃO COM MARCOLA
O promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Ministério Público
de São Paulo, alega que a influenciadora Deolane Bezerra tem uma ligação direta
e intima com a familia de Marcola, Marco Willians Herbas Camacho, líder
principal do PCC. Ela foi presa na última quinta-feira (21) e foi transferida
para uma cadeia no interior paulista na última sexta-feira (22/5). Em entrevista com a Folha de São Paulo, o
promotor disse que ficou evidenciado no decorrer das investigações que resultou
na operação Vérnix a relação próxima da influenciadora com integrantes da
cúpula da organização criminosa. Deolane
seria mais próxima de Paloma Camacho, sobrinha de Marcola. A polícia tentou
prendê-la na Espanha também na quinta, mas não a localizou e agora ela é
considerada como foragida. Fonte: BNews