Por Voz da Bahia
Decisão
foi publicada nesta sexta. Para a agência de câncer da OMS, existem evidências
em animais que o talco estaria ligado ao câncer. A Organização Mundial da Saúde
(OMS) classificou o talco como um produto provavelmente cancerígeno. A
evidência foi publicada por especialistas da Agência Internacional de Pesquisa
sobre o Câncer (Iarc) nesta sexta-feira (5) na revista The Lancet Oncology. A
acrilonitrila, composto utilizado na produção de polímeros, também foi
classificada como cancerígena no mesmo trabalho. Conforme os resultados, a descoberta foi
feita com base na combinação de estudos parciais em seres humanos, que
indicaram aumento na incidência de câncer de ovário, além de “provas suficientes”
de animais de laboratório.
Segundo a Iarc disse em nota, “vários estudos
mostraram consistentemente um aumento na incidência de câncer de ovário em
seres humanos que relataram o uso de talco na região perineal”. Apesar disso, os estudiosos não descartam
informações enviesadas nos estudos que demonstraram um aumento na incidência de
câncer. Os especialistas dizem que a exposição ao talco ocorre principalmente
no ambiente de trabalho durante a extração, moagem ou processamento do mineral,
ou durante a fabricação de produtos que o contenham. Já para a população em
geral, a exposição ocorre principalmente através do uso de cosméticos e
pós-corporais contendo talco. Embora a avaliação tenha se concentrado no talco
que não contém amianto, não foi possível excluir que o talco estivesse
contaminado com amianto na maioria dos estudos em humanos. Crédito da Informação
Voz da Bahia.