Por Metrópoles
De acordo com Larissa, o homem transmitiu o microrganismo para a esposa, por meio de relação sexual, após praticar necrofilia com corpos no necrotério onde trabalhava. História de paciente com marido necrófilo é verdade?
O
Metrópoles tentou contato com a médica que conta casos clínicos nas redes
sociais. Larissa Pereira Faria chegou a atender a reportagem, mas disse estar
ocupada e voltaria a conversar mais tarde. Porém, não ligou e não atendeu mais.
De qualquer forma, a história da mulher que foi tratar de odor forte na vagina
e descobriu bactéria que foi passada por marido necrófilo não é nova. O site
e-farsas enumera diversos casos parecidos em várias partes do mundo. E cita o
estudioso do folclore David Enemy. O norte-americano afirmou em uma matéria que
a história pode ter surgido de um conto escrito pelo professor norueguês
Øystein Skundberg.
Em 1998, Skundberg divulgou o conto “O Péssimo Encontro”, em que uma moça faz sexo sem proteção com um rapaz e, depois disso, começa a sentir uma coceira muito forte na virilha. Por fim, ela é diagnosticada com uma doença supostamente transmitida por vermes só presentes em cadáveres. Por fim, o perito criminal Marcelo Rocha Campos publicou um vídeo no TikTok (cuidado: o vídeo tem cenas fortes) explicando que não existe uma bactéria própria de cadáveres. E que a história se trata de uma das maiores lendas urbanas na internet. Crédito: Metrópoles.