O
governador da Bahia, Rui Costa (PT), admitiu, em entrevista à revista Veja, o
desejo de ser candidato a presidente da República em 2022. nesta última sexta-feira, 13 de setembro no entanto, o
ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), é considerado o postulante
natural da sigla ao Palácio do Planalto. “Disse isso ao Lula: mais do que
projetarem nomes, os partidos deveriam deixar a vaidade de lado. Se cada um
quiser se colocar um degrau acima, não vamos conseguir pensar um projeto de
país. Hoje, quero construir com outras lideranças essa alternativa. Mas é óbvio
que, se digo que estou disposto a construir algo, então estou disposto a
assumir qualquer tarefa.
Na medida em que me coloco à disposição, concordo em
ser qualquer coisa, inclusive não me candidatar a nada. Quero contribuir porque
o povo brasileiro não merece passar por isso que está vivendo”, afirmou, em
entrevista à publicação. Perguntado se Haddad simboliza o futuro do PT, Rui
disse que a “força do Partido dos Trabalhadores não está em nomes, nem no de Haddad nem no de outros”.
“O PT é uma ideia de igualdade num Brasil muito desigual. É preciso trabalhar
melhor essa ideia para reconstruir o partido, abordando temas a que o PT sempre
se mostrou reticente, como a questão da segurança pública. Não pode ter tabu
com isso, senão uma parcela considerável da população não nos enxergará como
alternativa”, pontuou. (Veja)
