sexta-feira, 31 de agosto de 2018

SALVADOR-BA: SUSPEITO DE ASSASSINATO DE PM MORRE EM CONFRONTO COM A POLÍCIA

Por Clóvis Gonçalves
Um homem apontado pela polícia como autor do assassinato do sargento aposentado da PM, Eduardo Henrique Bispo dos Santos, ocorrido em 2016, morreu em confronto com a polícia na noite desta última quinta-feira 30 de agosto, em Salvador. Na ocasião, um comparsa do suspeito, ainda não identificado, também foi morto.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), o homem conhecido como "Léo Camelo" foi surpeendido por guarnições da Polícia Militar durante uma operação de rotina na localidade Rio Verde, no bairro de Valéria, na capital baiana. A polícia disse ainda que Leo já era procurado pela polícia por ser apontado como chefe de uma quadrilha de tráfico de drogas, autor de homicídios e além disso, divulgar constantemente, fotos com armas.
Conforme a polícia, no dia da ação, na noite de quinta-feira, cerca de seis homens armados estavam na localidade e quando perceberam a aproximação da polícia, atiraram. A polícia revidou e atingiu Leo e o comparsa. A SSP-BA informou que após serem baleados, Leo Camelo e o comparsa foram socorridos para o Hospital do Subúrbio, mas não resistiram. Com os eles, a polícia apreendeu duas pistolas calibres 45 e 380, além de carregadores e munições. Diligências ainda são realizadas em busca de outros integrantes do grupo criminoso.
CRIME 

O Policial aposentado Eduardo Henrique Bispo dos Santos, tinha 59 anos quando foi morto. O crime ocorreu em 31 de julho de 2016, quando o PM passava de motocicleta numa área do bairro de Nova Brasília de Valéria, onde residia. Conforme a polícia, uma quadrilha atacou a vítima depois de perceber que o polícia militar estava armado. A moto do sargento foi abandonada no Centro Industrial de Aratu (CIA), no dia seguinte ao crime. O corpo do policial só foi encontrado no dia 13 de setembro, enterrado no mesmo local do crime. De acordo com a polícia, o corpo estava vestido com roupas parecidas com as que a família de Eduardo relatou que ele usava quando foi visto pela última vez.Fonte: G1