quarta-feira, 8 de agosto de 2018

IRARÁ COMEMORA 123 ANOS DE EMANCIPAÇÃO; PROFESSORES VÃO AS RUAS REIVINDICAR DIREITOS DEVIDOS

Por Clóvis Gonçalves

Na manhã desta quarta-feira,8 de agosto, quando o município de Irará no estado da Bahia, comemora 123 de emancipação política, os professores da rede municipal de ensino foram as ruas, em passeata representados pelo órgão de classe a APLB-Sindicato com sede em Irará, na pauta a categoria está reivindicando do gestor atual Juscelino Souza (DEM) que atenda os pleito da categoria entre elas licença-prêmio que de acordo com a vice-presidente da APLB Fabiana Marquês trata-se direito legitimo da categoria que está sendo negado por meio de algumas manobras administrativa. 
Com palavras de ordem os profissionais fizeram para enfrente da Secretária Municipal de Educação solicitando a presença da representante da pasta Adriana Santana para ouvir e solucionar as pendencias da categoria, a solicitação não foi atendida. Ainda em passeata os profissionais com um bolo comemorando o aniversário da cidade seguiu para a Praça Tancredo Neves   onde fica a sede da prefeitura municipal na tentativa de serem recebidos pelo prefeito para o agendamento de uma audiência, também sem obter resultado positivo no pleito. Com palavras de ordem permaneceram em frete da prefeitura onde partiram o bolo que foi distribuído com os presentes.
No encerramento do evento a vice presidente da APLB-Sindicato atendeu a reportagem do blog Clóvis Gonçalves de Irará, Fabiana Marquês declarou que este dia foi o mais propício pois trata-se da comemoração de emancipação do município de Irará, sair as ruas reivindicar e dizer o que não está correto também é emancipação. Por tanto nós trabalhadores em educação gostaríamos de deixar bem claro que o movimento não é apenas do professores, o movimento é de todos os servidores em educação do município de Irará.
No dia 24 de maio nós deflagramos uma greve vitoriosa com 99%  de  adesão por parte dos trabalhadores em educação e no dia 27 do mês  o prefeito Juscelino Souza estava em Brasília e por meio da secretária de finanças e a secretaria de educação (Eliana Abreu) nos enviou um ofício informando que aceitaria a proposta da categoria de parcelamento do piso salarial em três parcelas, e os salários dos servidores em educação em duas vezes e mais as vantagens, e que faria um estudo de viabilidade econômica para sair o calendário para conceber  essas vantagens de acordo com o calendário, e até hoje dia 8 de agosto este calendário não foi entregue a categoria,  e por isso não estamos recebendo as vantagens que são devidas para a categoria. Tivemos servidores que deram entrada na gestão passada e a dívida é da prefeitura municipal de Irará, portanto pergunto, o prefeito quando assumiu encontrou dividas da gestão passada também não pagou?  Não acredito nesta possibilidade do não pagamento, porque isso com o trabalhador da educação?

Temos companheiro que deram entrada para mudança de nível há três anos atrás e não foram atendidos. Também temos vantagens da gestão atual, que chega a um ano e oito meses de espera e que foi tirada pelo prefeito atual, por tanto viemos as ruas para dizer ao prefeito Juscelino Souza que precisamos de um calendário de concebimento dessas vantagens que são devidas, o que fazer com os profissionais que estão para se aposentar? Uma vez que não estão recebendo o quinquênio? Ao se aposentar existe algumas perdas, o detalhes que o trabalhador que deixar de receber o seu quinquênio ele terá de trabalhar mais cinco anos para ser incorporado ao salário tem um prazo de carência de cinco anos, chega do trabalhador sofrer tanta perda no que é garantido por lei. Existe também muitas pendencias em conceder licença prêmio, uma vez que são profissionais que estão para se aposentar, fez o pedido e não concebido a licença prêmio, a Lei do Plano de Carreira diz que se o gestor não conceder essa licença será revestida em pagamento monetário, (licença pecuniária) conclusão, a gestão não concede a licença que é direito por lei e também não efetua o pagamento. 

categoria está aberta para o amplo diálogo, já que o gestor não se posiciona entramos com uma queixa no Ministério Público para que faça-se cumprir o que preconiza a lei, porque a categoria em Irará não recebe o piso nacional, então existe um déficit de 6,60% referente ao piso de 2015, e o atual prefeito garantiu que nos quatro anos de sua gestão iria diluir este percentual devido, 2% em cada ano, estamos no segundo ano da gestão municipal e se quer houve discussão deste percentual, dos municípios da região, Irará é o único que não paga o piso nacional, os vereadores votaram favorável ao projeto do Plano de Cargo e Salário da categoria, concluiu Fabiana Marquês vice presidente da APLB Sindicato em Irará.