Na
manhã desta quarta-feira,8 de agosto, quando o município de Irará no estado da
Bahia, comemora 123 de emancipação política, os professores da rede municipal
de ensino foram as ruas, em passeata representados pelo órgão de classe a
APLB-Sindicato com sede em Irará, na pauta a categoria está reivindicando do
gestor atual Juscelino Souza (DEM) que atenda os pleito da categoria entre elas
licença-prêmio que de acordo com a vice-presidente da APLB Fabiana Marquês
trata-se direito legitimo da categoria que está sendo negado por meio de
algumas manobras administrativa.
Com palavras de ordem os profissionais fizeram
para enfrente da Secretária Municipal de Educação solicitando a presença da representante
da pasta Adriana Santana para ouvir e solucionar as pendencias da categoria, a
solicitação não foi atendida. Ainda em passeata os profissionais com um bolo
comemorando o aniversário da cidade seguiu para a Praça Tancredo Neves onde
fica a sede da prefeitura municipal na tentativa de serem recebidos pelo prefeito
para o agendamento de uma audiência, também sem obter resultado positivo no
pleito. Com palavras de ordem permaneceram em frete da prefeitura onde partiram
o bolo que foi distribuído com os presentes.
No
encerramento do evento a vice presidente da APLB-Sindicato atendeu a reportagem
do blog Clóvis Gonçalves de Irará, Fabiana
Marquês declarou que este dia foi o mais propício pois trata-se da comemoração
de emancipação do município de Irará, sair as ruas reivindicar e dizer o que
não está correto também é emancipação. Por tanto nós trabalhadores em educação gostaríamos
de deixar bem claro que o movimento não é apenas do professores, o movimento é
de todos os servidores em educação do município de Irará.
No
dia 24 de maio nós deflagramos uma greve vitoriosa com 99% de adesão por parte dos trabalhadores em educação
e no dia 27 do mês o prefeito Juscelino
Souza estava em Brasília e por meio da secretária de finanças e a secretaria de
educação (Eliana Abreu) nos enviou um ofício informando que aceitaria a
proposta da categoria de parcelamento do piso salarial em três parcelas, e os salários
dos servidores em educação em duas vezes e mais as vantagens, e que faria um
estudo de viabilidade econômica para sair o calendário para conceber essas vantagens de acordo com o calendário, e até
hoje dia 8 de agosto este calendário não foi entregue a categoria, e por isso não estamos recebendo as vantagens
que são devidas para a categoria. Tivemos servidores que deram entrada na
gestão passada e a dívida é da prefeitura municipal de Irará, portanto
pergunto, o prefeito quando assumiu encontrou dividas da gestão passada também
não pagou? Não acredito nesta
possibilidade do não pagamento, porque isso com o trabalhador da educação?
Temos
companheiro que deram entrada para mudança de nível há três anos atrás e não
foram atendidos. Também temos vantagens da gestão atual, que chega a um ano e
oito meses de espera e que foi tirada pelo prefeito atual, por tanto viemos as
ruas para dizer ao prefeito Juscelino Souza que precisamos de um calendário de
concebimento dessas vantagens que são devidas, o que fazer com os profissionais
que estão para se aposentar? Uma vez que não estão recebendo o quinquênio? Ao
se aposentar existe algumas perdas, o detalhes que o trabalhador que deixar de
receber o seu quinquênio ele terá de trabalhar mais cinco anos para ser
incorporado ao salário tem um prazo de carência de cinco anos, chega do
trabalhador sofrer tanta perda no que é garantido por lei. Existe também muitas
pendencias em conceder licença prêmio, uma vez que são profissionais que estão
para se aposentar, fez o pedido e não concebido a licença prêmio, a Lei do
Plano de Carreira diz que se o gestor não conceder essa licença será revestida em
pagamento monetário, (licença pecuniária) conclusão, a gestão não concede a
licença que é direito por lei e também não efetua o pagamento.
A categoria está
aberta para o amplo diálogo, já que o gestor não se posiciona entramos com uma
queixa no Ministério Público para que faça-se cumprir o que preconiza a lei, porque
a categoria em Irará não recebe o piso nacional, então existe um déficit de
6,60% referente ao piso de 2015, e o atual prefeito garantiu que nos quatro
anos de sua gestão iria diluir este percentual devido, 2% em cada ano, estamos
no segundo ano da gestão municipal e se quer houve discussão deste percentual, dos
municípios da região, Irará é o único que não paga o piso nacional, os
vereadores votaram favorável ao projeto do Plano de Cargo e Salário da
categoria, concluiu Fabiana Marquês vice presidente da APLB Sindicato em Irará.