O
Sindicato dos Profissionais Trabalhadores em Educação do município de Irará na
Bahia, junto com seus associados na manha desta quinta-feira (16/7) foram as
ruas da cidade ainda em protesto contra o não cumprimento dos seus direitos que
segundo a categoria não foi respeitada pelo gestor municipal, entre os direitos
adquiridos na forma da lei estão o percentual de 13%01 referente ao reajuste do
piso nacional, retroativo a janeiro de 2015 e extenso aos demais professores do ensino
fundamental l, onde o reajuste do salário mínimo pelo governo federal foi de
8,80% a proposta do governo municipal é
um reajuste de 6,41% para a categoria, enquanto o reajuste do piso nacional para a
categoria foi é 13,01%.
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| Parada em frente a Secretaria Municipal de Educação (SEC) |
Na
pauta de reivindicação que foi entregue ao governo municipal para que os concursados da educação sejam enquadrados no plano de carreira (quadro permanente) que
esse percentual seja retroativo ao mês de janeiro de 2015, de acordo com o
diretor Ubiratan Silva Reis esta solicitações foram retiradas no dia 13 de julho de 2015 na Assembléia Geral da
categoria, na oportunidade foi aprovado também um cronograma de paralisação que
iniciou neste dia 16 de julho de 2015 e irá se estender até o mês de novembro
escalonado semanalmente com 24 horas e aumentado de maneira progressiva, a
próxima paralisação será no dia 22 de julho, na próxima quarta-feira dia 22, além
da pauta de reivindicação protocolada entregue ao gestor municipal, foi
entregue uma carta aberta a população externando as razões das paralisações.
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| Diretor da APLB Ubitaratan S. Reis (BIRA) |
O
repórter da rádio Irará FM Clóvis Gonçalves
entrevistou o diretor da APLB Sindicato o professor Ubiratan Silva Reis (Bira),
o diretor informou que desde do ano passado (2014) que a categoria está em processo
de negociação, em novembro foi realizada uma reunião com a presença do
Ministério Público estadual ficando algumas pendências para que fossem
resolvidas logo no início do ano de 2015, um acordo assinado entre o governo
municipal e a APLB, e até o momento as promessas fruto do acordo não foram
cumpridas, a categoria foi para a negociação, o governo tem uma proposta do
parcelamento de três vezes referente ao percentual de 6,41% e nós entregamos uma contra proposta
sinalizando que aceitaria o parcelamento, desde que fosse acrescida de mais uma
parcela, mas seria imprescindível não abrir mão dos 13,01% referente ao salário
do professor, aceitando o parcelamento mas acrescentando mais uma parcela, o
que não foi acatado pela gestão municipal, informando que mandaria para a
câmara municipal de vereadores de Irará um Projeto de Lei referente ao
percentual de 6,41%, em reunião foi citado pela categoria que não aceitaria esta
proposta, queremos o que está na Lei,concluiu o diretor da APLB Sindicato com
sede social na Rua Alberto Nogueira (antiga rua da Córeia) Ubiratan Silva Reis.
(Da redação do blog Clóvis Gonçalves de Irará)