Por Clóvis Gonçalves
Cinco homens a bordo de um veículo Bravo de cor branca assaltaram o
canteiro de obras da empresa Dahma
Crédito: Gleidson
Santos/FE
Policiais do Pelotão Tático Móvel da
Companhia de Emprego em Táticas Operacionais (CETO), prenderam nesta
quarta-feira (24), Ronivon Silva de Oliveira, conhecido como Rony, 26, morador
do bairro Aviário.
Segundo a Polícia, cinco homens a bordo de um veículo Bravo de cor branca assaltaram o canteiro de obras da empresa Dahma, situado na Rua Artemia Pires, bairro Sim, no final da manhã de quarta-feira (24).
Ainda de acordo com a Polícia, cerca de 20 funcionários foram saqueados perdendo telefones celulares, notebooks, além de dinheiro e um televisor de 32 polegadas do escritório.
A PRISÃO
Várias guarnições da Polícia Militar foram acionadas pela CICOM e uma ação rápida da guarnição do pelotão Tático Móvel conseguiu prender um dos assaltantes e recuperou alguns objetos que foram roubados e também um revólver calibre 38, que junto com o carro utilizado na fuga, foram apresentados na Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR).
Crédito: Gleidson
Santos/FE
“Estávamos chegando de uma escolta em Coração de Maria e fomos informados
que havia ocorrido o assalto nesse canteiro de obras. Seguimos para o lado onde
eles teriam fugido e avistamos o veículo no sentido Salvador. Iniciamos a
perseguição e na frente da empresa Metaf, na BR-324, eles abandonaram o veículo
e fugiram pelo matagal”, disse o Sgt PM Alberto, que participou da operação.
“Conseguimos capturar um deles, na região do Alto das Pombas, localizada entre o distrito de Humildes, enquanto os outros conseguiram fugir”, frisou o sargento. Há informações de que no momento da fuga, os bandidos deixaram as sandálias e sapatos dentro do carro e um deles se feriu em uma cerca de arame farpado.
Na delegacia Ronivon contou sobre a ação delituosa. “Foi meu primeiro assalto e não deu certo. Fizemos a abordagem, eu e meu parceiro e pegamos alguns celulares e pertences das pessoas. Agora é pagar o que eu devo, sou pai de família e entrei nisso porque estou desempregado”, alegou o acusado.
Um funcionário da empresa, que não quis se identificar, contou que não estava no canteiro de obra no momento do assalto, mas informou a reportagem do FOLHA DO ESTADO a versão dos colegas. “Eles chegaram, um ficou na portaria e os outros entraram. Eles foram ao escritório, depois para o refeitório e depois para o canteiro. Eles renderam todos os funcionários e levaram tudo. Quando eu cheguei já tinha acabado, mas as pessoas estavam muito nervosas”, finalizou.(FolhadoestadodaBahia)