Por
Clóvis Gonçalves
Doze
empregadores baianos são flagrados pelo Ministério do Trabalho e Emprego por
exploração da mão de obras no total são 609 infratores entre pessoas físicas e jurídicas
que praticavam trabalho escravos no país
que integram a chamada lista suja o procurador chefe do Ministério Público do
Trabalho e Emprego Alberto Balazeiro explica que parte desses empregadores
flagrados são da região oeste da Bahia, historicamente existem pessoas de outros estados e também da
Bahia, majoritariamente são trabalhos no campo área rural são pessoas
(trabalhadores) com baixa escolaridade, em alguns casos são trabalhadores que
já foram vítimas de circunstância similar em outra ocasião, ou seja existe
algum nível de reincidência dos trabalhadores resgatado.
A fiscalização acontece a cada dois
anos e o objetivo é restringir o aceso a qualquer tipo de crédito ou benefício relacionado
ao poder público ao empregador flagrado em qualquer situação escrava, o estado
do Pará lidera o ranking com 27% dos
casos que segundo o procurador apesar dos casos encontrados o percentual da
Bahia não significativo, a situação Bahia se manteve o índice de que havia nos
anos anteriores são 12 casos incluídos em uma lista que tem 91 nomes, no geral
o documento tem 609 infratores, a Bahia se mantém estável o procurador afirmou
que essa lista nos próximos dois anos ainda vai sofrer modificações por conta
das operações do Ministério do Trabalho dos recentes flagrantes, apesar da estabilização
não é o reflexo da atual realidade, concluiu o procurador, para conferir a
relação completa basta acessar o site portal mte.gov.br (BandNews)