PRESIDENTE DO TRIBUNAL JUSTIÇA EXONERAÇÃO DE SERVIDORES
Por Clóvis Gonçalves 17/5/2014
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| Presidente do T de Justiça da Bahia Eserval Rocha |
Exoneração
de servidores contratos e redução de despesas essas foram medidas adotadas pelo
presidente do Tribunal de Justiça da Bahia Eserval Rocha para diminuir os
gastos e ter verbas para investir na ampliação do setor judiciário, em pouco
mais de três meses que assumiu o cargo também foi evitado um rombo de 1 bilhão
de reais aos cofres públicos em pagamentos de precatórios.
Menos
de 100 dias a frente do Tribunal de Justiça da Bahia o Desembargador
Eserval Rocha adotou medidas para a
redução de despesas como a exoneração de 81 estagiários e de 25 servidores com
o vinculo de nepotismo, com essas
medidas foram economizados 1 milhão de reais com a suspensão do contrato de
publicidade e propaganda, e mais 1 milhão com o controle dos gastos com combustíveis,
147 mil reais com redução do serviço de motoboy, e 15 milhões de reais por ano com
o rompimento do contrato com uma empresa de informática, que segundo o
desembargado a empresa deixou de entregar aos códigos fontes, e outras
documentação que possibilitaria o Tribunal de Justiça de escolher através de
licitação quem pudesse vir a dar manutenção aos soft, como estava, apenas essa
empresa contratada estaria capacitada para dar manutenção.
Com
os recursos economizados será investidos em projetos e reforma de novos prédios
para a ampliação dos serviços do judiciário, como a criação da comarca do oeste
baiano na cidade de barreiras,que vai diminuir a demanda do tribunal de justiça
aqui em Salvador e acelerar o julgamento dos processos de segundo grau na
região, o Desembargador Eserval Rocha assumiu efetivamente a presidência do TJ
em fevereiro, mas ocupa o cargo desde
novembro do ano passado quando o então presidente Mário Alberto Rizz foi afastado por suspeita de omissão nos
pagamentos de precatório irregulares, na atual gestão foram avaliados mais de 3 mil
pedidos de precatórios que ainda seriam pagos e constatados o super
faturamento.
Se
os precatórios não fossem barrados os seus pagamentos seria um rombo na ordem
de quase 1 bilhão nos cofres do estado e dos em
417 municípios, destacou o desembargador. (Band/Bahia)
