Escrivã morre ao ser atacada com faca em delegacia
Por Clóvis Gonçalves
16/05/2014 06:57
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| A escrivã Leone Maranhão |
“É
uma tristeza generalizada, um desespero. Não só pela condição de filha, mas
porque ela era uma boa pessoa, uma boa menina, uma boa filha. Pai, mãe, irmão,
sobrinhos, tios, a família está toda desesperada”. As palavras são do advogado
Nazareno Weimar Thé, tio da escrivã Loane Maranhão Thé, morta nesta
quinta-feira (15) ao ser apunhalada no pescoço por um homem que prestava
depoimento na Delegacia da Mulher da cidade de Caxias, no Maranhão. O
corpo da escrivã foi liberado durante a tarde e trazido para cidade
de Teresina, onde a vítima residia. O pai de Loane esteve na cidade
maranhense para liberar o corpo da filha e providenciar o traslado para a
capital do Piauí. O velório ocorre na capela da Funerária Pax União, na Avenida
Miguel Rosa, Centro de Teresina. “Ela era uma pessoa muito especial. Trabalhava
em Caxias há uns cinco anos. Era uma menina muito dedicada ao seu trabalho. É
uma situação desesperadora”, disse Nazareno Thé.Crime.
