ABERTURA DA PRIMEIRA COPA BOM PASSE, NO ESTÁDIO ALBERTO NOGUEIRA – CAMPO DA LIGA
Por Clóvis Gonçalves
Repórter
da Rádio Irará FM
09/06/2013
Fotos: Clóvis Gonçalves
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| EVECS |
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| Equipe de Coração de Maria |
Em Irará neste domingo (09)
às 08h30min, na abertura da primeira Copa “Bom Passe” no Estádio Alberto
Nogueira, centro de Irará, foram realizados dois jogos das categorias 98/99 e
2001. O critério estabelecido no regulamento é pontos corridos. São dois jogos
por rodada e sempre aos domingos, as equipes participantes são dos municípios
de Ouriçangas, Coração de Maria, Santanópolis, Pedrão e Irará.
Na rodada de abertura
jogaram as equipes do EVECS, que saiu vencedora pelo placar de 1 x 0, gol
marcado pelo baixinho Gilmário, no primeiro tempo, contra a equipe do distrito
do Mocambo em Coração de Maria. O arbitro principal foi Nilson Nascimento, auxiliados
por Renato e Marlon.
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| Jorge Costa |
Quem esteve
prestigiando a rodada inicial da primeira “Copa Bom Passe”, foi o jogador Jorge
Costa, que está gozando férias do futebol da Guatemala, onde atua como atacante
da equipe do Desportivo de São Pedro, da primeira divisão do futebol da
Guatemala. Seus pais residem no distrito de Bento Simões em Irará, e
gentilmente concedeu entrevista ao repórter Clóvis Gonçalves, da rádio Irará FM
e administrador deste blog:
Clóvis
Gonçalves – Veio prestigiar o jogo?
Jorge
Costa – Sim. Bom dia, é um prazer
enorme estar aqui neste evento, e sou muito grato, primeiro a Deus e aos meus
familiares e a Jorge Venceslau que é o promotor desta copa. No começo da minha
carreira ele me deu muito apoio; levou-me para as divisões de base do Esporte
Clube Vitória, onde realizei a minha base, então agradeço a Deus e a Jorge
Venceslau que proporcionou-me a oportunidade para que eu desse os meus
primeiros passos no futebol.
Clóvis
Gonçalves – Além da base do Vitoria,
como profissional você passou por outras equipes na Bahia, e em outros estados brasileiros?
Jorge
Costa – Sim. Comecei no Cruzeiro de
Cruz das Almas e passei pelas equipes do: Ipitanga, Vitoria da Conquista,
Sergipe, Confiança, Asa de Arapiraca. Também atuei pela série B do brasileiro, em
clubes do estado do Paraná; em São Paulo joguei na Portuguesa. Agradeço a Deus também
por ele ter aberto essa porta na Guatemala, onde estou muito feliz.
Clóvis
Gonçalves – Você está no futebol da
Guatemala há quanto tempo?
Jorge
Costa – Há seis meses. Comecei no
ano passado, como lá agora é final de temporada, então vim rever meus
familiares.
Clóvis
Gonçalves – É a sua primeira
temporada na Guatemala?
Jorge
Costa – Sim. Eu almejo grandes
coisas e a direção da equipe está satisfeita com a minha atuação. Eu também
espero que neste segundo semestre da temporada, em agosto, ao retornar, fazer
um belíssimo campeonato.
Clóvis
Gonçalves – Antes ir para a
Guatemala, qual a equipe em que você atuava?
Jorge
Costa – No Guarani de Sobral no
Ceará. Lá disputei o campeonato estadual, a série C do brasileiro, depois
surgiu a oportunidade de me transferir para a Guatemala.
Clóvis
Gonçalves – Como foi a sua adaptação
com o idioma?
Jorge
Costa – Com o idioma senti um pouco
de dificuldade, pois o espanhol é a língua oficial do país, mas depois de dois
meses já falava algumas palavras em espanhol e para mim é uma nova experiência
e um aprendizado.
Clóvis
Gonçalves – E a forma de jogar, é mais
pegado, disputado?
Jorge
Costa – É, mas apesar do futebol ser
mais pegado não tem muitas faltas, porque nem todas as jogadas são consideradas
faltosas, o jogo segue. No começo foi um pouco difícil, mas nada que um jogador
brasileiro não supere.
Clóvis
Gonçalves – Há muitos brasileiros
jogando futebol na Guatemala?
Jorge
Costa – Sim. Há uma equipe em que
tinham três brasileiros e um argentino, mas um brasileiro não ficou. Eles
também estão presentes em outras divisões, isso facilita a convivência, mas temos
que participar de todos os jogos e fazer gols. A cobrança ao jogador brasileiro
é muita, e assim vamos seguindo finalizou Jorge Costa.
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