segunda-feira, 11 de março de 2013


SENADOR  WALTER PINHEIRO - PT FALA DE SUCESSÃO PARA 2014


Por Clóvis Gonçalves repórter da Rádio Irará FM

11/03/2013

Foto: Divulgação
O senador Walter Pinheiro entrevistado pelo radialista Adelson Carvalho no programa Balanço Geral da Rádio Sociedade da Bahia, declarou que é candidato ao governo da Bahia em 2014 pelo Partido dos Trabalhadores, mas segundo ele “é preciso entender que primeiro tenho que cumprir a minha obrigação assumida para 2013 e 2014”. É óbvio que as eleições de 2014 estão sendo discutidas, não estou me abstendo ou fingindo que não estou vendo, mas eu preciso realizar uma série de coisas, e uma das minhas tarefas é enorme, pois, sou relator de duas das principais matérias do país que vão atender os estados. A questão do ICMS, a questão da guerra fiscal e o fundo de participação dos estados, então tenho uma tarefa para cumprir entre o final de 2013 até meado de 2014.

As convenções acontecem no mês de junho e seria importante discutir 2014 nesse aspecto, o fundamental seria discutir a sucessão do governador Jacques Wagner, até porque ele não vai pode disputar por força da lei, então o importante para que agente possa discutir essa sucessão e completar esse governo é entregar as obras e continuar o bom trabalho que o governador faz na Bahia. Esse sonho não pode ter esse frenesi pessoal de querer a qualquer custo ser governador. Precisamos é acreditar nas consequências das coisas.

O importante também é agente pensar que não tem somente o PT, estou discutindo com diversos partidos, então vamos aguardar e completar o nosso trabalho em 2013, para que possamos defender perante o povo, dizendo por que queremos continuar esse protejo e para continuar vamos ter que apresentar um outro nome, porque não poderá ser o nome do Jaques Wagner, precisamos fazer com bastante conteúdo e somente com o desejo do coração ou pessoal. Portanto tenho buscado fazer esse debate e o governador Jaques Wagner vai ser o grande líder desse processo para juntar todas as forças para se discutir.

Agora tem uma pessoa na cadeira, nós já estamos discutindo a saída dele quando não terminou as principais execuções desse governo, é natural que diversas pessoas dentro do partido coloquem o nome, ou PT queira definir esta questão, pois ele tem o seu papel de escolher um nome para a sucessão. A condução do processo é fundamental, a relação com os partidos, com o governo que vai até 31 de dezembro de 2014. Entendo também que tem o povo, fica-se discutindo que quer ser governador e não se consegue dialogar com a sociedade, dizer por que agente quer continuar esse projeto e porque estamos propondo um nome para sua continuação. Esta é a responsabilidade que temos que ter agora.

Como o senhor ver um nome que não é do PT? Como Oto Alencar e Marcelo Nilo? Eu diria que é natural o surgimento de outros nomes, assim como é extremamente natural que o PT pelo fato de ter o governador pleiteie a continuidade, não tenho o direito de excluir nenhum nome, nós não chegamos sozinho no governo.  Concluiu o Senador.   

Fonte: Sociedadeoline