EMBASA RETARDA AUTORIZAÇÃO PARA FUNCIONAMENTO DE POÇOS E CAUSA SOFRIMENTO À POPULAÇÃO DE IRARÁ
Por: Clóvis Gonçalves -
Rádio Irará FM 02/11/2012
Foto: Clóvis Gonçalves
Enquanto dois poços da
embasa não entram em operação, a população sofre com a falta d’água no
município de Irará.
Em 2011 a embasa cavou
dois poços na região da monbassa em Irará, com a finalidade de resolver o
problema de abastecimento da cidade, mas pelo visto a empresa esqueceu ou não
tem interesse de solucionar o problema, continua a fazer manobras, ou seja,
fazendo uma espécie de sorteio, para escolher qual a localidade que será
abastecida.
Existiam seis poços em
operação, um foi desativado porque teve baixa vazão de água, ficaram cinco
poços; foram cavados mais dois, um com a vazão de 30 mil litros, e outro com vazão
de 11 mil litros, na localidade da monbassa, os dois poços em operação dão uma
vazão total de 41 mil litros de água por hora a mais
.
Como a promessa de coloca-los
em operação não foi cumprida, o município continua com o abastecimento
deficitário, prejudicando toda a população.
A embasa assumiu a
responsabilidade pelo sistema de abastecimento de água de Irará, que antes era de responsabilidade da prefeitura municipal. Segundo informações dos moradores das comunidades de Mangabeira,
Fazenda Queimada, Rosário, parte da Baixinha e Fazenda Sítio, mesmo com esta situação as faturas para pagamento já foram entregues.
Segundo informações, o
gerente do escritório de Irará levou ao conhecimento da gerencia de Feira de
Santana para que esta adotasse as medidas necessárias à solução do problema, (o
escritório de Irará é subordinado a gerencia de Feira de Santana). Infelizmente
nada foi feito, restando à população apelar para a superintendência em Salvador
ou recorrer ao Ministério Público, para garantir a regularização do abastecimento
ou suspensão das contas enviadas pela embasa
.
Para que os dois poços
entrem em operação é necessário a autorização da gerência de Salvador.
Enquanto isso não
acontece toda população de Irará continua penando pela falta de água, o absurdo
é tamanho que os detentos da delegacia de Irará ficaram oito dias sem tomar
banho.