Por Bahia Econômica
A
conclusão da ponte Salvador-Itaparica tem nova data: 2029. A informação é do
CEO do consórcio responsável pela construção da ponte, Cláudio Villas Boas. Projeta
a conclusão do equipamento para 2029.
Villas Boas disse, em entrevista a TV Aratu, que a obra está atualmente
na fase de sondagem do solo e utiliza mais de 3.000 toneladas de equipamentos,
incluindo uma balsa e uma perfuratriz. “O projeto é de um novo sistema viário
que conecte melhor a região metropolitana com o Recôncavo Sul e o Sul da Bahia.
É um projeto de desenvolvimento econômico, para que possamos desenvolver essas
regiões que hoje estão tão apartadas da área que concentra a maior parte da
riqueza do Estado da Bahia”, afirmou Villas Boas.
O
consórcio responsável pela construção da ponte reúne duas grande empresa
chinesas: A China Railway 20th Bureau
Group Corporation (CRCC20) E A China Communications Construction Company
(CCCC). Atualmente está sendo realizada a sondagem em terra e nas profundezas da
BTS vai exigir 102 furos, dois em terra, já feitos, 22 em águas rasas e 78 em
águas profundas. Na etapa inicial, que começou em junho, o projeto utiliza uma
balsa operando 24 horas por dia na Baía de Todos-os-Santos. O canteiro de obras
flutuante conta com uma perfuratriz chinesa, que realiza cerca de 10
perfurações diárias para retirar amostras do fundo do mar. A balsa é equipada
com contêineres que servem como escritórios, almoxarifado e vestiários.
A estimativa é que o processo de sondagem continue até o início de 2025, com a previsão de que os primeiros pilares sejam colocados no segundo semestre do mesmo ano. “Concluída a sondagem, vamos finalizar o projeto básico e executivo e iniciar a mobilização para o início da obra. No segundo semestre de 2025, começamos a erguer os primeiros pilares, e a obra deve ser concluída em quatro anos”, explicou Villas Boas. O presidente da Concessionária Ponte Salvador-Itaparica, Cláudio Villas Boas, revelou que a montagem dos equipamentos chineses, o processo de sondagem e o fornecimento de balsas sendo feito por uma empresa baiana: a Belov: Engenharia Portuária, Subaquática e Offshore, empresa baiana. Fonte: Bahia Econômica.