Por Clóvis Gonçalves
A
policial militar do estado da Bahia e estudante de Direito, Tainá Gomes,
processou o vereador de Salvador, Igor Kannário (PHS), por suposta calúnia após
a confusão na Micareta de Feira de Santana em 2017. Segundo o Código Penal, a
punição prevista para o crime é detenção, de seis meses a dois anos, e multa.
De
acordo com o portal do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), a queixa-crime
contra o edil soteropolitano começou a tramitar na 16ª Vara Criminal da capital
baiana nesta segunda-feira (2 de outubro).
O
caso – Em maio deste ano, Kannário acusou a policial Tainá Gomes de agredir
foliões gratuitamente na Micareta de Feira: “Ô PFem! Você é só uma PFem, eu sou
mais autoridade do que você: eu sou vereador! Me respeite! Procure o seu
lugar!”, disse, à época. Por meio de nota, a soldado, de 28 anos, afirmou que
ficou “barbarizada” e se sentiu muito “humilhada” como mulher e evangélica com
a fala do político. Segundo a policial, ela trabalhava para conter uma
“desordem”, quando o cantor fez sinal de negação com a cabeça e a repreendeu de
cima do trio-elétrico.
Na
Municipal de Salvador situada na Praça
Municipal, Kannário também é alvo de representação feita pela policial militar.
Os vereadores, no entanto, ainda não analisaram o caso. (BN)
