Na
manhã da última sexta-feira, 29 de abril de 2016, Erivaldo Pereira Pinho
residente na Rua Lamarão no município de Água Fria na Bahia, o pai do aluno do
segundo ano Tiago Gomes Pinho estudante da Escola Municipal Dom Jackson situado
na Avenida João Durval Carneiro no centro da cidade de Água Fria. Em entrevista
para a reportagem do Blog Clóvis Gonçalves de Irará, ele denunciou uma
professora que leciona nesta mesma unidade escolar e por extensão e professora
do seu filho Tiago que fora vítima de agressão física dentro da sala de aula
cometida pela referida educadora onde o garoto de apenas 8 anos teve a sua
camisa rasgada em seguida foi jogado ao solo, o que foi confirmado pela criança
também em entrevista a reportagem.
Ele
disse que veio procurar poder judiciário através da
Promotoria Pública da Bahia na Comarca de Irará para denunciar também agressão
contra o seu filho. De acordo ainda com o pai, uma professora pegou o
aluno pela camisa jogando-o no chão na sequencia o aluno sofreu escoriações e
teve a camisa rasgada, segundo ainda o pai a motivação para esta brutal
violência contra o garoto foi em razão do mesmo levantar-se para pegar um lápis
que estava no chão, quando a educadora em seguida puxou o aluno ao ponto de
ferir Tiago com as unhas deixando vários aranhões na pele do seu filho e
rasgando a camisa e jogando o aluno no chão, então vim denunciar o fato na
Promotoria Pública na Comarca de Irará para que as providencias sejam tomadas, segundo Erivaldo
Pereira Pinho após esta agressão tomou conhecimento que esta professora já vem
praticando outras agressões em algumas crianças, então veio trazer o fato ao
conhecimento do juiz e da promotoria para que fatos desta natureza não ocorra.
Ainda
de acordo com os relatos do pai do aluno na quinta-feira (28/4) por volta das
22 horas o diretor da escola esteve em sua residência e pediu para que o pai do
aluno não tomasse nenhuma providencia denunciando o fato para impressa e também
do poder publico essa questão seria tratada de forma administrativa com o
afastamento da professora da escola municipal Dom Jackson.
Em
relação a Secretaria Municipal de Educação até o momento da entrevista ele
disse que não havia sido procurado pelo órgão responsável pela educação
municipal, o gestor municipal que através de mensagem de áudio (Whattsap)
garantiu que iria tomar todas as providencias, inclusive com solicitação para
que não trouxesse o caso para o conhecimento do Ministério Público, o que não
concordei, a lei tem que ser cumprida, porque fatos desta natureza não pode
esta acontecendo no município, nós passamos por carências de várias coisas,
agora meu filho sofre este trauma e ele está com medo de voltar para escola,
concluiu a entrevista com os olhos lacrimejados e a voz muito embargada pela
forte emoção que fora cometido dizendo que o seu filho não consegui erguer a
cabeça quando solicitado por ele (pai) sentindo-se humilhado na sala de aula
por conta das agressões causadas pela professora. Talvez o meu filho precise
fazer tratamento psicológico,finalizou.


