sábado, 13 de fevereiro de 2016

ESTUDANTE MORRE EM ACIDENTE DE CARRO NA BR -116 NORTE EM FEIRA DE SANTANA

Por Clóvis Gonçalves

O estudante Tiago Oliveira,19 anos, morreu na madrugada deste sábado (13/2) após sofrer um acidente grave de carro. Segundo a polícia, ele conduzia o veículo Gol, placa NYR-4757, pela BR-116/Norte e, ao chegar nas proximidades do bairro Novo Horizonte, em Feira de Santana, ele perdeu o controle do carro que desceu uma ribanceira e capotou várias vezes. 

O corpo do estudante foi projetado p ara o banco traseiro e ele morreu na hora. Não há outras informações sobre as circunstâncias do acidente. Tiago residia no conjunto Feira VI. O corpo foi levado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT). O sepultamento será hoje, sábado (13/2) na cidade de Conceição do Coité, onde nasceu. (Acorda Cidade - Ney Silva)

FUNCIONÁRIOS DA COELBA SÃO LIBERADOS DEPOIS DE TER SIDO REFÉNS PELOS ÍNDIOS KIRIRIS NA BAHIA

Por Clóvis Gonçalves


kiriris--Foto: Divulgação | Polícia Rodoviária Federal  
Funcionários da Coelba foram feitos reféns pelos índios Kiriris em um terreno abandonado da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA). O terreno fica às margens da BR 135, em São Desidério, município localizado no oeste da Bahia.
O ato ocorreu após os indígenas terem a energia elétrica cortada. Eles queriam que a energia do assentamento fosse restabelecida para soltarem os reféns.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o cacique da tribo alegou que o ato foi também para chamar a atenção das autoridades quanto às condições precárias que eles estão vivendo. Eles estão nesse local improvisado há cinco anos.
Os Kiriris são indígenas brasileiros que habitam historicamente o nordeste do estado da Bahia.(Aratuoline)

INUSITADO: HOMEM VENDE GARRAFAS DE AR PURO INGLÊS A R$ 450 PARA CIDADES POLUÍDAS DA CHINA

Por Clóvis Gonçalves

O empresário Leo De Watts, de 27 anos, vende ar coletado no interior do Reino Unido e despacha para cidades poluídas da China, como Xangai e Pequim, onde elites pagam quantias consideráveis por poucos segundos de inalação. A China enfrenta problemas crônicos de poluição atmosférica. 
Em 2015, pela primeira vez na história, a capital do país, Pequim, declarou alerta vermelho ? o mais grave em uma escala de quatro níveis ? por causa da poluição. Nessas ocasiões, escolas permanecem fechadas e fábricas interrompem a produção. Há também restrições à circulação de carros e a obras ao ar livre. "Qualquer pessoa que, por exemplo, viva perto de um lago cristalino e comece a engarrafar água e vender pode ser considerada meio maluca por seus amigos, mas é algo incrível para locais que não possuem uma grande oferta dessas coisas, e pode ser vendido com item de luxo", disse Watts à BBC. 
A China é considerada o maior poluidor do mundo, emitindo 10,5 milhões de quilotoneladas de gás carbônico por ano, segundo a Agência de Avaliação Ambiental da Holanda. No mesmo ranking, o Brasil apareceu em 10º lugar. Cada garrafa - de 580 ml de ar exportada por Watts custa 80 libras (cerca de R$ 450). Para oferecer produtos com características distintas, o empresário diz coletar ar de áreas diferentes, como o interior do País de Gales e as regiões de Dorset e Somerset, na Inglaterra.

HOMEM TEM GRAVIDEZ PSICOLÓGICA DEPOIS DE FAZER SEXO COM OUTRO HOMEM

Por Clóvis Gonçalves
  
Um homem de 52 anos de Kozhikode, na Índia, desenvolveu uma gravidez psicológica após fazer sexo com outro homem e precisou ser hospitalizado. O "grávido", casado e pai de dois filhos, não queria aceitar o diagnóstico médico de que era impossível que estivesse gerando uma criança. Ele dizia que conseguia sentir o bebê mexer, de acordo com o jornal "Times of India". O médico, Suresh Kumar, que atendeu o paciente disse que nunca havia visto nada parecido. "Geralmente, vemos sintomas da gravidez psicológica em alguns pais, como enjoos, ganho de peso e insônia quando as suas parceiras ficam grávidas", disse Kumar. "Ele era um homossexual ativo na adolescência, o que pode ter contribuído para sua crença. A homossexualidade, no entanto, não afetava seu casamento", afirmou o médico. O homem recebeu tratamento com medicamentos antipsicóticos e se recupera bem.(VozdaBahia)

OFUSCANDO PREMIO OFICIAL, EMISSORAS CONFUNDEM PÚBLICO COM TÍTULOS DE MELHOR MÚSICA DO CARNAVAL

Por Clóvis Gonçalves


UniAxé  
O Carnaval de Salvador é cenário de uma grande corrida protagonizada por artistas que almejam conquistar o tão desejado título de “Música do Carnaval”. A “guerra” fica mais tensa quando a folia acaba e cada emissora começa a divulgar resultados de concursos próprio, confundindo a cabeça do público e ofuscando o brilho do Troféu Dodô & Osmar, que premia oficialmente os grandes destaques da festa  este ano, a cerimônia está marcada para acontecer no mês de março.
Em 2016 existe uma disputa forte entre as músicas “Bota a Cara no Sol” do grupo de pagode É o Tchan!, “Cabelo de Chapinha” do cantor Bell Marques, “Pega Pega” do Psirico, “Depois de Nós, É Nós de Novo” do cantor Igor Kannário e da chiclete “Paredão Metralhadora”, da Vingadora. Dessas canções três já abocanharam o título extraoficial da folia.
A cantora Tays Reis, da banda Vingadora, ganhou na noite de ontem (quinta-feira 11/2) o título de música do Carnaval 2016 através do Bahia Folia, concurso feito pela Rede Bahia anualmente.  Já o grupo ‘É o Tchan!’ tirou a sorte grande e conquistou o prêmio em duas empresas: Band e rádio Itapoan FM. O Príncipe do Guetho Igor Kannário, teve a sua música aclamada pelos leitores dos sites R7 e Varela Notícias.
Apesar da polêmica inicial, a música de Bell Marques foi bem executada na avenida e o cantor tratou de reforçar o seu “telhado de vidro” e causou o maior burburinho ao disparar durante desfile no circuito Dodô que se sua música não ganhasse “tem alguma coisa de errado”. Segundo o homem de bandana, “não é possível que essa música não ganhe como a do carnaval. Está na boca do povo”. Em entrevista para um portal, Bell também comentou sobre o fenômeno da Vingadora e afirmou que os versos “Trá Trá Trá” não tem força dentro da dimensão do Carnaval baiano.
O “Pega Pega” de Márcio Victor não se sobressaiu diante do “Paredão Metralhadora”, que recebeu grande apoio da cantora Ivete Sangalo, e da massa ensandecida que reforçou a representativa de Kannário e espalhou pelos quatro cantos do Campo Grande a swingueira kannariana.
Com essa enxurrada de premiação pós-Carnaval, o público baiano fica confuso sobre estes resultados individuais. A melhor aposta, então, continua sendo a credibilidade do tradicional Troféu Dodô & Osmar, que há 24 anos premia artistas que colaboram para o crescimento e diversidade da música baiana.(Aratuoline)

POR QUEM AS CORDAS DOBRAM? O MEDO QUE KANNÁRIO DESPERTA E A TENTATIVA DE CRIMINALIZÁ-LO

Por Clóvis Gonçalves


kannarioZIgor Kannario colocou o pé na porta e tomou o Carnaval para si. Isso já havia acontecido em 2015  quando comandou pela primeira vez a pipoca na segunda-feira de carnaval se repetiu  neste ano de 2016. Curiosamente, ele anteviu o movimento e o anunciou em formato de verso, cunhado pelo próprio: “Depois de nós, é nós de novo”.
Kannario ainda é a melhor novidade do Carnaval da Bahia. Enquanto se discute privatização do espaço público, em engenharia contratual envolvendo Prefeitura e cervejarias interessadas na exclusividade do negócio, o cantor comanda um contrafluxo que destoa desta lógica de mercado.
São milhares de pessoas em ondas gravitacionais – destas recém descobertas pela ciência – que orbitam um astro único. Lá, impassível, em cima do trio, Kannario xinga, grita, mostra os dentes e prega um discurso ainda despolitizado.
Se diz prejudicado pela indústria fonográfica, mas de bate-pronto afirma que: “se tivesse dinheiro colocava minha música para tocar nas grandes televisões”.  É o argumento dos apocalípticos que tentam se integrar a um modelo que obrigatoriamente ainda não fazem parte.
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Ele é um manifesto em si. Uma força bruta que atrai milhares para o Campo Grande numa marcha de descamisados – importante lembrar: a camisa vai na mão, colorida, e é girada ao primeiro pedido do cantor.
A classe média ainda não entendeu o que é Kannario. Mas sente a perda do espaço, do protagonismo e a invasão de uma massa que não costuma ver diariamente em seus espaços de convívio.
O argumento usado na tentativa de deslegitimar o cantor – que não é novidade, registre-se é a criminalização do mesmo. “Bandido”, “ladrão”, “usuário de drogas” – Kannario tem uma folha da cannabis sativa (a planta da maconha) tatuada no pescoço e foi preso, pelo menos duas vezes, com uma quantidade da droga em mãos.
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O cantor foi vaiado pelo bloco Largadinho, durante apresentação com a cantora Claudia Leitte. A camisa do bloco bloco custa entre R$ 500 e R$ 630
A droga, não pode-se perder de vista, tem sua interpretação associada à dimensão social do indivíduo. Em quantos camarotes, blocos e lanchas no circuito da festa foliões não se entregaram aos prazeres sensoriais dos lança-perfumes, doces e cocaínas? A marcha dos descamisados avança, assusta e tentam contê-la. Em nome da  ordem social.Kannario é a desordem. O que bagunça, desfaz.
Mas ele, a exemplo do mundaréu que arrasta, só quer o básico: fazer parte, ser incluído. É uma briga por espaço. “Este ano foi o Carnaval começou a baixar as cordas”, me diz a menina bonita da televisão. Não! As cordas continuam lá. Intocáveis. (Aratuoline)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

EX-PRFEITO DA CIDADE ENCRUZILHADA É CONDENADO POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

Por Clóvis Gonçalves

O ex-prefeito da cidade de Encruzilhada no estado da Bahia Edélio Luiz Dias Santos foi condenado por improbidade administrativa pela Justiça Federal. O ex-gestor foi responsável por aplicar irregularmente verbas do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS) que deveriam ser destinadas ao Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI). 
Segundo a ação civil pública, a prefeitura de Encruzilhada recebeu R$118.775,00 em verbas federais do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome para aplicar em programas do PETI nos anos de 2006 e 2007. Porém, auditoria realizada pela Controladoria Geral da União (CGU) constatou que não há comprovação de que a verba tenha sido utilizada para execução do programa no período. 
O ex-prefeito terá que ressarcir R$ 278.164,23 e pagar uma multa civil no mesmo valor. Além disso, ele deve perder a função pública, caso esteja exercendo, ter seus direitos políticos suspensos por cinco anos e ainda ficar proibido de contratar com o poder público pelo prazo de cinco anos. (Metro1)